MIELOMENINGOCELE: IMPACTOS Y RELEVANCIA DE LA CORRECCIÓN INTRAUTERINA
DOI:
https://doi.org/10.61164/xttxqr50Palabras clave:
Mielomeningocele; Gestantes; Cirugía Intrauterina; Hidrocefalia.Resumen
Introducción: La mielomeningocele (MMC) es una malformación grave, también conocida como Espina Bífida. Esta alteración se caracteriza por el cierre incompleto de la vértebra, lo que provoca una abertura y exposición del tubo neural, que no llega a formarse completamente. Objetivo: Analizar los impactos de la cirugía intrauterina para la corrección de la mielomeningocele en la calidad de vida de los pacientes. Métodos: Este estudio es una revisión integrativa de la literatura. Las búsquedas se realizarán en las bases de datos SciELO, BVS y PubMed, en portugués e inglés, utilizando descriptores específicos combinados con el operador booleano AND, considerando artículos publicados entre 2015 y 2024. Resultados: La selección de los 15 artículos se realizó mediante el método de Bardin, con criterios de inclusión enfocados en estudios sobre la calidad de vida de pacientes sometidos a cirugía correctiva intrauterina o posnatal. Discusión: La deficiencia de ácido fólico es el principal factor modificable asociado a la MMC, y su suplementación periconcepcional puede reducir la incidencia hasta en un 70%. Los síntomas neurológicos, motores y urológicos varían según el nivel de la lesión en la columna, siendo las lesiones más altas (L1–L2) las que se asocian con consecuencias motoras más graves. Frecuentemente, la MMC está asociada a hidrocefalia, lo que requiere la implantación de una válvula de derivación ventrículo-peritoneal (DVP), y a vejiga neurógena, que necesita seguimiento urológico. La cirugía correctiva fetal intrauterina, realizada idealmente entre la semana 20 y 25 de gestación, ha demostrado mejores resultados neurológicos y funcionales en comparación con la corrección posnatal. Conclusión: Aunque la técnica intrauterina presenta riesgos maternos y obstétricos, los avances en las técnicas fetoscópicas han hecho que el
procedimiento sea cada vez más seguro y eficaz, consolidándose como una alternativa prometedora para mejorar la calidad de vida de los pacientes con mielomeningocele.
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Referencias
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