Integrated Physiotherapeutic Approach in Ischemic Stroke

Authors

  • marcielle Xavier Duarte UNIVERSIDADE IGUAÇU
  • PEDRO PAULO SANTOS DOS REIS UNIVERSIDADE IGUAÇU
  • José Gabriel Euzébio Werneck UNIVERSIDADE IGUAÇU

DOI:

https://doi.org/10.61164/tk7tzw02

Keywords:

Stroke. Neurofunctional Physiotherapy. Motor Rehabilitation.

Abstract

Stroke is characterized by sudden neurological deficit resulting from vascular injury, classified as ischemic or hemorrhagic, and resulting in motor, sensory, and functional deficits. This study aimed to analyze the physiotherapy evolution of a 73-year-old female patient diagnosed with ischemic stroke, treated at the Physiotherapy Teaching and Research Clinic of Iguaçu University (UNIG). This is a case study, conducted through detailed evaluation including anamnesis, specific physical examinations, joint tests, muscle strength, perimetry, measurement, sensitivity, and reflexes. The therapeutic plan was structured with functional electrical stimulation (FES), therapeutic stretching, seated training, ergometer bicycle, and muscle strengthening. After fifteen sessions, a significant reduction in pain was observed (VAS from 8 to 5), slight gains in the range of motion of the upper and lower limbs, and partial improvement in functional mobility. Physiotherapeutic rehabilitation demonstrated a positive response, although short-term goals have not yet been fully achieved. The findings show that systematized physiotherapy, including FES, kinesiotherapy, and functional exercises, contributes to the gradual recovery of function, pain reduction, and increased independence in activities of daily living. It is concluded that continuity and individualization of treatment are essential to maximize functional recovery and quality of life for post-stroke patients.

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Author Biographies

  • PEDRO PAULO SANTOS DOS REIS , UNIVERSIDADE IGUAÇU

    O Acidente Vascular Encefálico (AVE) caracteriza-se por déficit neurológico súbito decorrente de lesão vascular, sendo classificado como isquêmico ou hemorrágico, e resultando em déficits motores, sensoriais e funcionais. O presente estudo teve como objetivo analisar a evolução fisioterapêutica de uma paciente do sexo feminino, 73 anos, com diagnóstico de AVE isquêmico, atendida na Clínica de Ensino e Pesquisa em Fisioterapia da Universidade Iguaçu (UNIG). Trata-se de um estudo de caso, conduzido mediante avaliação detalhada incluindo anamnese, exames físicos específicos, testes articulares, força muscular, perimetria, mensuração, sensibilidade e reflexos. O plano terapêutico foi estruturado com eletroestimulação funcional (FES), alongamentos terapêuticos, treino de sedestação, bicicleta ergométrica e fortalecimento muscular. Após quinze sessões, observou-se redução significativa da dor (EVA de 8 para 5), ganhos discretos nas amplitudes articulares de membros superiores e inferiores e melhora parcial da mobilidade funcional. A reabilitação fisioterapêutica demonstrou resposta positiva, embora os objetivos de curto prazo ainda não tenham sido totalmente atingidos. Os achados evidenciam que a fisioterapia sistematizada, incluindo FES, cinesioterapia e exercícios funcionais, contribui para a recuperação gradual da função, diminuição da dor e potencialização da independência nas atividades de vida diária. Conclui-se que a continuidade e individualização do tratamento são essenciais para maximizar a recuperação funcional e a qualidade de vida da paciente pós-AVE.

  • José Gabriel Euzébio Werneck, UNIVERSIDADE IGUAÇU

    O Acidente Vascular Encefálico (AVE) caracteriza-se por déficit neurológico súbito decorrente de lesão vascular, sendo classificado como isquêmico ou hemorrágico, e resultando em déficits motores, sensoriais e funcionais. O presente estudo teve como objetivo analisar a evolução fisioterapêutica de uma paciente do sexo feminino, 73 anos, com diagnóstico de AVE isquêmico, atendida na Clínica de Ensino e Pesquisa em Fisioterapia da Universidade Iguaçu (UNIG). Trata-se de um estudo de caso, conduzido mediante avaliação detalhada incluindo anamnese, exames físicos específicos, testes articulares, força muscular, perimetria, mensuração, sensibilidade e reflexos. O plano terapêutico foi estruturado com eletroestimulação funcional (FES), alongamentos terapêuticos, treino de sedestação, bicicleta ergométrica e fortalecimento muscular. Após quinze sessões, observou-se redução significativa da dor (EVA de 8 para 5), ganhos discretos nas amplitudes articulares de membros superiores e inferiores e melhora parcial da mobilidade funcional. A reabilitação fisioterapêutica demonstrou resposta positiva, embora os objetivos de curto prazo ainda não tenham sido totalmente atingidos. Os achados evidenciam que a fisioterapia sistematizada, incluindo FES, cinesioterapia e exercícios funcionais, contribui para a recuperação gradual da função, diminuição da dor e potencialização da independência nas atividades de vida diária. Conclui-se que a continuidade e individualização do tratamento são essenciais para maximizar a recuperação funcional e a qualidade de vida da paciente pós-AVE.

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Published

2025-12-15

How to Cite

Integrated Physiotherapeutic Approach in Ischemic Stroke. (2025). Revista Multidisciplinar Do Nordeste Mineiro, 21(03), 1-23. https://doi.org/10.61164/tk7tzw02