COMUNICAÇÃO SOCIOEMOCIONAL E PRÁTICAS INCLUSIVAS NA ESCOLA PÚBLICA: EXPERIÊNCIAS FORMATIVAS NO CEPELS TOCANTINS
DOI:
https://doi.org/10.66104/xkcnrb77Palabras clave:
Comunicação socioemocional, Educação inclusiva, Formação docente, Práticas pedagógicas, CEPELSResumen
O trabalho analisa as compreensões de educadores do Estado do Tocantins acerca da comunicação socioemocional como elemento estruturante das práticas educativas inclusivas na educação contemporânea. Inserido no campo da formação docente e da educação inclusiva, o estudo tem como objetivo compreender as contribuições da comunicação socioemocional a partir das experiências formativas vividas nos Encontros de Educadores do Centro de Formação, Extensão, Inovação e Pesquisa em Educação, Lazer e Saúde da Universidade Federal do Tocantins (Cepels/UFT), realizados em parceria com a Secretaria de Estado da Educação do Tocantins, por meio do Programa de Fortalecimento da Educação (Profe). Trata-se de uma pesquisa aplicada, de abordagem qualitativa e caráter exploratório-descritivo, fundamentada na perspectiva fenomenológica, que valoriza a experiência vivida e a construção intersubjetiva de significados. Os procedimentos metodológicos envolveram pesquisa bibliográfica, participação nos encontros formativos e análise dos dados por meio da técnica de análise de conteúdo. Os resultados indicam que a comunicação socioemocional é percebida como dimensão central na promoção de práticas pedagógicas mais acolhedoras, colaborativas e sensíveis à diversidade, destacando categorias como empatia, escuta ativa, acolhimento e pertencimento. Também foram identificadas práticas educativas inclusivas, como rodas de conversa, mediações pedagógicas e uso de tecnologias digitais, além de desafios relacionados à articulação entre escola, família e equipe pedagógica e à necessidade de formação continuada dos educadores. Conclui-se que a comunicação socioemocional constitui um eixo fundamental para a construção de uma educação inclusiva e humanizada, exigindo investimentos contínuos na formação docente, na valorização de espaços formativos dialógicos e no aprofundamento de estudos em diferentes contextos educacionais.
Descargas
Referencias
ABRÃO, Ruhena Kelber et al. A influência do capital sobre o tempo livre do trabalhador. Multidebates, v. 8, n. 4, p. 90-108, 2024.
ABRÃO, Ruhena Kelber et al. Lazer e tecnologias para pessoas idosas: a proposta do CEPELS/UFT. ARACÊ, v. 7, n. 3, p. 11741-11759, 2025.
ABRÃO, Kelber; ALCÂNTARA , Caio Vinícius Freitas de. Do saber pensar ao saber sentir: experiências formativas em Educação Ambiental e lazer no escopo do CEPELS. Revista de Educação Ambiental, [S. l.], v. 30, n. 3, p. 1–18, 2025.
AGUIAR, D. O profissional de apoio escolar para a criança autista. In: CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO – CONEDU, 2024, . Anais, 2024. Disponível em: [https://editorarealize.com.br]. Acesso em: 23 de setembro de 2025.
ALBERTI, Robert E.; EMMONS, Michael L. Seu perfeito direito: um guia afirmativo para viver a sua vida. 10. ed. São Paulo: Summus Editorial, 2016.
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5-TR. 5. ed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2023.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.
BICUDO, M. A. V. Pesquisa Fenomenológica em Educação: Possibilidades e desafios. Revista Paradigma, Caracas, v. 41, [s.n.], p. 30-56, 2020.
BRITO, M. S. O.; OSÓRIO, N. B. Universidade da Maturidade: Caminhos Formativos para a Pessoa Idosa. 1. ed. Palmas, TO: EdUFT, 2024. p. 1-71.
DA SILVA, Thayanne Lima; SILVA, Ezir George. Formação socioemocional: olhares para a docência na educação básica. Devir Educação, v. 5, n. 1, p. 81-94, 2021.
DE ARAÚJO, Bárbara Carvalho; DA SILVA QUIXABEIRA, Alderise Pereira; ABRÃO, Ruhena Kelber. Construindo caminhos para práticas de lazer dos professores da rede pública de ensino. Humanidades e Inovação, v. 9, n. 11, p. 297-307, 2022.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 25. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente. 2. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica. 5. ed. 4. São Paulo: Atlas, 2003.
LÜCK, Heloísa. A gestão participativa na escola. Editora Vozes Limitada, 2017.
MANTOAN, M. T. E. Inclusão escolar: o que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2015.
MINAYO, M. C. S. O Desafio do Conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: Hucitec, Rio de Janeiro: Abrasco, 1992.
VERSUTI, Fabiana Maris et al. Habilidades socioemocionais e tecnologias educacionais: revisão sistemática de literatura. Revista Brasileira de Informática na Educação, v. 28, p. 1086-1104, 2020
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 RUHENA KELBER ABRAO FERREIRA, FÁBIO PEREIRA VAZ , MARLON SANTOS DE OLIVEIRA BRITO , NUBIA PEREIRA BRITO OLIVEIRA , CLEISON ALMEIDA NUNES, CAROLLINE GIMENEZ GRAÇA, DARLINGTON RIBEIRO LIMA , MAURÍCIO AIRES VIEIRA

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Authors who publish in this journal agree to the following terms:
Authors retain copyright and grant the journal the right of first publication, with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution License, which permits the sharing of the work with proper acknowledgment of authorship and initial publication in this journal;
Authors are authorized to enter into separate, additional agreements for the non-exclusive distribution of the version of the work published in this journal (e.g., posting in an institutional repository or publishing it as a book chapter), provided that authorship and initial publication in this journal are properly acknowledged, and that the work is adapted to the template of the respective repository;
Authors are permitted and encouraged to post and distribute their work online (e.g., in institutional repositories or on their personal websites) at any point before or during the editorial process, as this may lead to productive exchanges and increase the impact and citation of the published work (see The Effect of Open Access);
Authors are responsible for correctly providing their personal information, including name, keywords, abstracts, and other relevant data, thereby defining how they wish to be cited. The journal’s editorial board is not responsible for any errors or inconsistencies in these records.
PRIVACY POLICY
The names and email addresses provided to this journal will be used exclusively for the purposes of this publication and will not be made available for any other purpose or to third parties.
Note: All content of the work is the sole responsibility of the author and the advisor.
