POTENCIAL TERAPÊUTICO DO CANABIDIOL NA DOENÇA DE ALZHEIMER
DOI:
https://doi.org/10.61164/rmnm.v4i1.2299Palabras clave:
Tratamento; canabidiol; Alzheimer; cannabis; medicamento.Resumen
A Cannabis sativa popularmente conhecida por “maconha”, é uma erva utilizada há séculos na medicina milenar devido aos seus efeitos analgésicos, tranquilizantes e sedativos e, em contrapartida, também é utilizada para fins recreativos devido ao seu efeito psicoativo. Cerca de 60 canabinóides são encontrados em sua estrutura molecular, onde os de maior destaque são o tetrahidrocanabidiol e o Canabidiol (CBD) devido as finalidades terapêuticas a eles atribuídas. A doença de Alzheimer (DA) é uma demência neurodegenerativa e progressiva que acomete importantes funções cerebrais, causando principalmente a perda de memória; isso ocorre devido ao acúmulo da proteína β-amiloide e da proteína tau nos microtúbulos que ligam o axônio do neurônio ao dendrito. O uso do CBD como terapia farmacológica na DA vem sendo estudado e está se tornando uma alternativa promissora. Pacientes tratados com CBD apresentam melhora cognitiva e comportamental, garantindo uma melhor qualidade de vida ao paciente, ao contrário dos medicamentos disponíveis que não retardam a progressão da doença, apenas aliviam os sintomas, além de causarem uma quantidade considerável de reações adversas.
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