A (IN) EFICÁCIA DA AUTOCOMPOSIÇÃO NO CENTRO JUDICIÁRIO DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS E CIDADANIA (CEJUSC) DE GUARAI-TO
THE (IN) EFFECTIVENESS OF SELF-COMPOSITION IN THE JUDICIARY CENTER FOR CONFLICT RESOLUTION AND CITIZENSHIP (CEJUSC) OF GUARAI-TO
DOI:
https://doi.org/10.61164/rmnm.v5i1.2367Palabras clave:
Autocomposição; Conciliação; Mediação; CEJUSC.Resumen
A presente pesquisa tem por tema a (IN) eficácia da autocomposição no centro Judiciário de solução de conflitos e cidadania (CEJUSC) de Guaraí-TO, em audiências de mediação e conciliação de conflitos existentes na sistematização, sendo considerado uma técnica que tenciona potencializar a economia processual mediante a execução eficiente de um acordo, com a finalidade de solucionar o conflito tanto na fase pré- processual quanto na fase judicial. Dessa forma, a autocomposição é um método de resolução de conflitos no qual não há solução sem um acordo entre as partes envolvidas. Em contraste com as soluções judiciais e arbitrais, nas quais o juiz ou árbitro têm o poder de tomar decisões sem embargo do acordo entre as partes. O objetivo geral desse trabalho é analisar a (in) eficácia da autocomposição como recurso de alcance a efetivação dos direitos e garantias fundamentais e analisando quais os impasses para a autocomposição no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) de Guaraí-TO. Por conseguinte, o presente trabalho tratou de examinar o conceito e história da autocomposição no Brasil, demonstrando como as espécies da mesma se acentuam no cotidiano, explicando as técnicas utilizadas na autocomposição, e analisando a coerência do dispositivo com a realização fática das audiências, se atendem corretamente as demandas e aos princípios que visam garantir. A metodologia mista, abrange tanto a pesquisa quantitativa quanto a qualitativa, e fomenta de liberação estratégica no presente estudo. Por isso, foi utilizado o estudo das técnicas de mediação e conciliação através da metodologia mista abrangendo tanto a metodologia qualitativa quanto a quantitativa que utiliza o método de abordagem dedutivo, utilizando-se o método de procedimento monográfico e técnica de pesquisa da revisão de literatura, uma vez que se busca em doutrinas jurídicas especializadas, artigos e outras produções científicas pertinentes à compreensão do tema analisado
Descargas
Referencias
Brasil. Lei nº 9.099, de 26 de setembro de 1995. Dispõe sobre os Juizados Especiais Cíveis e Criminais e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 27 set. 1995. Disponivel em: https://legis.senado.leg.br/norma/584952. Acesso em 29/04/2024.
Brasil. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponivel em: https://legis.senado.leg.br/norma/584952. Acesso em 29/04/2024.
Brasil. Código Civil de 1841. 1841. Rio de Janeiro: Tipografia Nacional.
Brasil. Lei nº 13.140, de 26 de junho de 2015. Dispõe sobre a mediação entre particulares como meio de solução de controvérsias e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 29 jun. 2015. Disponivel em: https://legis.senado.leg.br/norma/584952. Acesso em 30/04/2024.
BACELLAR, Roberto Portugal. Os Juizados Especiais: a nova mediação para processual. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. p. 58;
______. Curso de direito processual civil: introdução ao direito processual civil, parte geral e processo de conhecimento. 17. ed. - Salvador: Ed. Jus Podivm, 2015.v. I.
______. Curso de Direito Processual Civil: Meios de Impugnação às Decisões Judiciais e Processo nos Tribunais – vol.3. 13. ed. Salvador: Editora JusPODIVM, 2016.
DELGADO, Mauricio Godinho. Arbitragem, mediação e comissão de conciliação prévia no direito do trabalho brasileiro. Revista LTr, v. 66, n. 6, jun. 2002, São Paulo, p. 663.
DELGADO, Mauricio Godinho. Arbitragem, mediação e comissão de conciliação prévia no direito do trabalho brasileiro. Revista LTr, v. 66, n. 6, jun. 2002, São Paulo, p. 664.
DIDIER JR., Fredie. Curso de Direito Processual Civil: teoria geral do processo e processo de conhecimento – vol.1. 12. ed. Salvador: Editora Jus PODIVM, 2010.
FACHADA, Maria Odete. Psicologia Relações Interpessoais. Lisboa, Ed. Rumo, 1991.
GABBAY e TAKAHASHI, 2014, p. 27.
JOSEPH, Juran et alii, The Quality Control Handbook, Ed. McGraw-Hill, 1988.
MARTINS, Dayse Braga. A jurisdição no contexto da constitucionalização do direito e a instituição do novel princípio da consensualidade: análise da indispensável requalificação de mediadores e conciliadores judiciais dentre as profissões jurídicas. 19 set. 2017. 511 f. Tese (Doutorado em Direito) –Universidade de Fortaleza (UNIFOR), Fortaleza-, 2017. http://camarademediacaorj.com.br/5-tecnicas-de-mediacao-de-conflitos-que-voce-precisa-conhecer/ .Acesso em 22 /04/2024.
Manual de mediação e conciliação na Justiça Federal / Bruno Takahashi ... [et al.]. – Brasília : Conselho da Justiça Federal, 2019. 179 p. Disponivel em: https://www.cjf.jus.br/cjf/corregedoria-da-justica-federal/centro-de-estudos-judiciarios-1/publicacoes-1/outras-publicacoes/manual-de-mediacao-e-conciliacao-na-jf-versao-online.pdf. Acesso em 30/04/2024.
THEODORO JR, HUMBERTO. Curso de Direito Processual Civil: Teoria geral do direito processual civil e processo de conhecimento, 2017, pg 36.
ROSENBERG, M.B. Comunicação não-violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais. São Paulo: Ágora, 2006.
SCAVONE JUNIOR, Luiz Antonio. Manual de Arbitragem Mediação e Conciliação. 6ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2012.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Revista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Authors who publish in this journal agree to the following terms:
Authors retain copyright and grant the journal the right of first publication, with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution License, which permits the sharing of the work with proper acknowledgment of authorship and initial publication in this journal;
Authors are authorized to enter into separate, additional agreements for the non-exclusive distribution of the version of the work published in this journal (e.g., posting in an institutional repository or publishing it as a book chapter), provided that authorship and initial publication in this journal are properly acknowledged, and that the work is adapted to the template of the respective repository;
Authors are permitted and encouraged to post and distribute their work online (e.g., in institutional repositories or on their personal websites) at any point before or during the editorial process, as this may lead to productive exchanges and increase the impact and citation of the published work (see The Effect of Open Access);
Authors are responsible for correctly providing their personal information, including name, keywords, abstracts, and other relevant data, thereby defining how they wish to be cited. The journal’s editorial board is not responsible for any errors or inconsistencies in these records.
PRIVACY POLICY
The names and email addresses provided to this journal will be used exclusively for the purposes of this publication and will not be made available for any other purpose or to third parties.
Note: All content of the work is the sole responsibility of the author and the advisor.
