LEVANTAMENTO DE MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS E PROPOSTA DE INTERVENÇÃO DE UM GINÁSIO POLIESPORTIVO
DOI:
https://doi.org/10.61164/rmnm.v10i1.2999Palabras clave:
Diagnóstico, Patologia em Edificações, Corrosão de armadura, Manutenção predialResumen
Um marco importante para a construção civil brasileira foi a criação da NBR 15575 em 2013, que estabelece critérios para a avaliação do desempenho de edificações habitacionais. Esta norma aborda a identificação e prevenção de patologias construtivas, como infiltrações, fissuras e corrosão. A NBR 15575 classifica e analisa as causas dessas falhas, considerando seu impacto na durabilidade, segurança e conforto da edificação. Além disso, orienta sobre práticas de manutenção preventiva e corretiva para garantir a qualidade e longevidade das construções. Este estudo adota uma abordagem pragmática para inspecionar e analisar as manifestações patológicas nas edificações. A revisão de literatura destaca que a patologia das edificações, inspirada na medicina, visa compreender e tratar problemas estruturais para evitar a deterioração e assegurar a integridade das estruturas ao longo do tempo.A vistoria técnica identificou várias manifestações patológicas: mofo e bolor, trincas e fissuras, corrosão das armaduras de aço, descolamento de pintura e desagregação da argamassa. Mofo e bolor foram detectados devido à umidade resultante de problemas no telhado e infiltração. As trincas e fissuras, tanto verticais quanto horizontais, foram atribuídas a movimentações estruturais e umidade. A corrosão das armaduras de aço é consequência da penetração de umidade, enquanto o descolamento da pintura foi causado pela aplicação em condições úmidas. A desagregação da argamassa foi provocada por umidade constante e outros fatores. O diagnóstico dessas manifestações patológicas indica a necessidade de intervenções para manutenção predial, como a substituição da argamassa, reconstrução de muros e tratamento das armaduras de aço para prevenir a corrosão. Tais reparos são essenciais para garantir a segurança, durabilidade e funcionalidade da edificação.
Descargas
Referencias
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14037: manual de operação, uso e manutenção das edificações – Conteúdo e recomendações para elaboração e apresentação. Rio de Janeiro, 1998.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15575: Edifícios habitacionais - Desempenho. Rio de Janeiro, 2013.
CARASEK, H. Patologia das argamassas de revestimento. Livro Materiais de Construção Civil, Instituto Brasileiro Do Concreto - Programa de Pós-Graduação em Geotecnia e Construção Civil – PPG-GECON Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2017.
CARDOSO, F. F. Patologia das Construções: Diagnóstico e Prevenção. São Paulo: PINI, 2013.
CORSINI, R. Trinca Ou Fissura? Revista Téchne, Ed. 160, p 1-9, 2010.
ERÁT, D. et al. Análise de patologias da construção civil. Maiêutica-Engenharias, v. 2, n. 1, 2016.
FRANÇA, A. A. V. et al. Patologia das construções: uma especialidade na engenharia civil. Téchne, São Paulo, v. 19, n. 174, p. 72-77, set. 2011.
INTERLEGIS. A Cidade. Câmara Municipal de Guaraí. Guarai, 2015. Recuperado de: https://www.guarai.to.leg.br/institucional/historia.
LETTO. A degradação do concreto armado: carbonatação. 2011. Recuperado de: http://www.ingegneriaedintorni.com/2011/01/il-degrado-del-cemento-armato-la.html.
LIMA, J. C. Patologia das construções: umidade e infiltração. São Paulo: Pini, 2017.
MARCONDES, J. Patologia como sinônimo de doença. Linguagem Médica, 36(1), 101-102, 2007.
MONTECIELO, J.; EDLER, M. A. R. Patologias ocasionadas pela umidade nas edificações. Artigo para XXI Seminário Interinstitucional de ensino, pesquisa e extensão–Universidade de Cruz Alta (UNIACRUZ), 2016.
NASCIMENTO, F. B. C. Corrosão em armaduras de concreto. Caderno de Graduação - Ciências Exatas e Tecnológicas, v. 3, n. 1, p. 177-188, 2015. Disponível em: Acesso em: 23 jul. 2022.
SALIBA, G. C. L. Análises de manifestações patológicas encontradas em edifícios de Belo Horizonte e Nova Lima com até 30 anos de idade. 2022. 78 p. Dissertação de Mestrado em construção civil. Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, 2022.
SERAFIM. Ferramentas – Réguas para medir fissuras. 2013. Disponível em:http://www.clubedoconcreto.com.br/2013/08/reguas-para-medir-fissuras.html.
SOUZA, P. P. Patologia, recuperação e manutenção de estruturas de concreto. São Paulo: PINI, 2016.
SOUZA, C. E. Saúde e segurança em edificações: a importância da prevenção e da manutenção. São Paulo: Editora Blucher, 2015.
TAVARES, B. C. Patologias em alvenaria e revestimento de argamassa. 2018. 48 f. Trabalho de Conclusão de Curso Engenhara Civil – Centro Universitário Anhanguera de Santo André, Santo André, 2018.
THOMAZ, E. Trincas em edifícios: causas, prevenção e recuperação. Oficina de Textos, 2020.
VALDECIR. Umidade por capilaridade. 2013. Disponível em: https://www.construdeia.com/umidade-por-capilaridade/.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Revista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Authors who publish in this journal agree to the following terms:
Authors retain copyright and grant the journal the right of first publication, with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution License, which permits the sharing of the work with proper acknowledgment of authorship and initial publication in this journal;
Authors are authorized to enter into separate, additional agreements for the non-exclusive distribution of the version of the work published in this journal (e.g., posting in an institutional repository or publishing it as a book chapter), provided that authorship and initial publication in this journal are properly acknowledged, and that the work is adapted to the template of the respective repository;
Authors are permitted and encouraged to post and distribute their work online (e.g., in institutional repositories or on their personal websites) at any point before or during the editorial process, as this may lead to productive exchanges and increase the impact and citation of the published work (see The Effect of Open Access);
Authors are responsible for correctly providing their personal information, including name, keywords, abstracts, and other relevant data, thereby defining how they wish to be cited. The journal’s editorial board is not responsible for any errors or inconsistencies in these records.
PRIVACY POLICY
The names and email addresses provided to this journal will be used exclusively for the purposes of this publication and will not be made available for any other purpose or to third parties.
Note: All content of the work is the sole responsibility of the author and the advisor.
