LA MODA COMO FETISH AL CONSUMO EN LA SOCIEDAD CAPITALISTA
DOI:
https://doi.org/10.61164/rmnm.v5i1.3667Palabras clave:
Moda; Sociedad Capitalista; Consumismo; mercancíasResumen
El principal objetivo de este estudio es debatir la moda como mercancía, con énfasis en el fetiche del consumismo en la sociedad capitalista. Una de las formas de comprender la complejidad de la sociedad capitalista es tener una visión multidisciplinaria de cómo cambian las cosas con el tiempo. No es diferente con la moda, que surgió y promovió una nueva forma de producir bienes, que requería mano de obra calificada y diversa. Metodológicamente, es plausible destacar que este estudio es de carácter básico y descriptivo en su objetivo. En cuanto al método procesal, se adoptó el método bibliográfico con enfoque cualitativo. En cuanto a las técnicas de recolección de información, se utilizó una revisión bibliográfica de fuentes secundarias. Los resultados indican que los impactos provocados por las demandas transformadoras del flujo y contraflujo de los estándares de la moda siguen la misma lógica que el mercado capitalista, resultando en daños ambientales y provocando diversos problemas sociales. En conclusión, se puede inferir que la exigencia de que la producción de moda cumpla con los estándares del mercado ha provocado la precariedad de la vida de las familias e incluso la destrucción de ecosistemas enteros.
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