PLANOS DE ASSISTÊNCIA FAMILIAR E A ASSOCIAÇÃO COM O FATOR “MORTE”
DOI:
https://doi.org/10.61164/rmnm.v6i1.3703Resumen
O mercado de planos de assistência familiar movimenta enormes valores anualmente; porém, planos como o seguro de vida e planos funerários geram um receio no consumidor, por se tratar de uma preparação para a morte. O objetivo é analisar o comportamento e atitude do consumidor que possui plano, ou não, em relação aos planos de assistência familiar. Como metodologia, foram entrevistadas 130 pessoas mediante amostragem não probabilísticas por conveniência, em uma escala de concordo/discordo, validada com alpha de Cronbach em 0,884. O perfil dos respondentes resultou que 55% são do gênero masculino, e 45% feminino; quanto à faixa etária, por distribuição, 31% têm até 26 anos; 33% de 27 a 37 anos; e 36% têm acima de 38 anos; a idade média é 34 anos. Ainda, pela sondagem, 32% dos respondentes declararam que têm plano assistencial; e outros 68% não possuem. Os principais achados indicam que 95% acham os planos de assistência familiar necessários para ter segurança em momentos difíceis; 93% consideram que os planos de assistência familiar dão segurança financeira, 91% julgam importante estar prevenido quanto a futuros imprevistos; 93% acreditam ser apropriado que o plano assistencial disponha de equipamentos para locação; 70% consideram relevante que um plano de assistência familiar tenha sorteios mensais; 96% avaliam ser importante conhecer os benefícios que os planos de assistência familiar podem trazer; 54% acreditam que descontos em consultas médicas seja um benefício relevante; e 93% consideram importante que os planos de assistência familiar ofereçam custo-benefício. Como contribuição, o estudo apontou evidências sobre a atitude do consumidor em relação ao produto plano assistencial e o que consideram mais importante na sua demanda.
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