EFICIÊNCIA DA HIDROTERAPIA NA FUNCIONALIDADE EM CRIANÇAS COM DISTROFIA MUSCULAR DE DUCHENNE
DOI:
https://doi.org/10.61164/rmnm.v12i1.4220Palabras clave:
Doença de Duchenne; Degeneração muscular; Fisioterapia; Qualidade de vida; Hidroterapia.Resumen
A Doença de Duchenne é uma condição genética hereditária que leva à degeneração muscular progressiva, com uma incidência de aproximadamente 1 em cada 3.500 meninos, especialmente nos músculos das pernas e pelve. Isso resulta em dificuldades para caminhar, subir escadas, correr e se levantar. A doença progride de forma ascendente, afetando também os músculos respiratórios, tronco e membros superiores, levando, ao longo do tempo, à necessidade do uso de cadeira de rodas. Os principais sintomas costumam aparecer nos primeiros anos de vida e incluem marcha instável, hipertrofia das panturrilhas, andar nas pontas dos pés e dificuldades para realizar movimentos como pular e correr. À medida que a doença avança, a degeneração muscular afeta a respiração e limita ainda mais a mobilidade do paciente. Esses sintomas geralmente surgem na infância, tornando o entendimento e a intervenção precoce essenciais. Os desafios diários enfrentados por esses jovens vão além da mobilidade, impactando suas interações sociais, autoestima e desenvolvimento emocional. As famílias, por sua vez, tornam-se pilares de apoio, navegando por terapias, consultas médicas e adaptações necessárias ao lar. Nesse cenário, a fisioterapia emerge como uma aliada crucial, oferecendo não apenas técnicas para preservar a função muscular, mas também estratégias para melhorar a qualidade de vida. Por meio de exercícios personalizados e abordagens terapêuticas, os fisioterapeutas ajudam a maximizar a autonomia e o bem-estar, proporcionando esperança e apoio. Esta pesquisa tem como objetivo descrever o que é a Doença de Duchenne, seu impacto nas vidas das crianças, e o papel vital que a hidroterapia desempenha na promoção da qualidade de vida e na luta diária contra os desafios impostos pela doença.
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