Entre accionistas y partes interesadas: la expansión de la gobernanza
DOI:
https://doi.org/10.61164/08ynn424Palabras clave:
gobernanza; sostenibilidad; legitimidad; público; índices.Resumen
Este ensayo examina la gobernanza como un campo de tensiones, inicialmente forjado en el gobierno corporativo por la lógica de la eficiencia económica y la perspectiva de los accionistas. Este enfoque clásico, basado en la teoría de la agencia, los costos de transacción y los derechos de propiedad, se presenta como una referencia inicial, pero se considera limitado para interpretar los dilemas actuales. El estudio amplía el análisis incorporando perspectivas teóricas complementarias, como la teoría de las partes interesadas, la teoría de la legitimidad, la teoría institucional y la teoría de la señalización, trascendiendo la lógica puramente accionarial. En un movimiento expansivo, el ensayo discute la transición de la racionalidad instrumental a la esfera estatal, que culmina en la Gobernanza Pública, definida por el Tribunal de Cuentas de la Unión (TCU) de Brasil como un conjunto de mecanismos de liderazgo, estrategia y control para la conducción de políticas públicas. La gobernanza, en ambas esferas, se concibe como un proceso en constante reconstrucción, que se manifiesta en la fricción entre la eficiencia económica (instrumental) y la legitimidad social (ética e intergeneracional). El caso del Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) se utiliza como laboratorio epistemológico para reflexionar sobre la colisión de estas racionalidades, especialmente ante las presiones de conformidad (TCU/iESGo) y el imperativo de su misión social. Finalmente, se discuten las contribuciones de la teoría crítica (Adorno, Habermas, Foucault) y el construccionismo social, cuestionando si el discurso de la sostenibilidad se ha convertido en un fetichismo o si impulsa la transformación hacia una racionalidad ética e intergeneracional.
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