CUANTIFICACIÓN DE LA CARGA PSICOFISIOLÓGICA DE LAS TRABAJADORAS EN INDUSTRIAS DE ENVASES FLEXIBLES EN UNIDADES UBICADAS EN PARANÁ Y SANTA CATARINA
DOI:
https://doi.org/10.61164/bgysdb45Palabras clave:
Ergonomía, Factores Psicosociales, Carga Mental , NASA-TLXResumen
El texto discute los impactos del trabajo en la salud de los trabajadores, destacando que, además de los problemas físicos, muchas personas enfrentan cuestiones psíquicas, emocionales y de salud mental debido a la rutina laboral. El estrés, la pérdida de sentido en el trabajo y otros trastornos mentales se están volviendo cada vez más comunes y pueden conducir a cuadros irreversibles. Es esencial que las organizaciones estén atentas a los riesgos psicosociales en el ambiente laboral, los cuales no solo afectan la salud física, sino también el bienestar psicológico de los trabajadores. El objetivo de este estudio fue evaluar la carga psicofisiológica de trabajadoras del sector de corte y soldadura en una industria de envases flexibles. La investigación se realizó tras la aprobación del CEP número 7.197.836. Cincuenta trabajadoras, de un total de doscientas cincuenta, fueron sometidas a una entrevista utilizando el cuestionario NASA Task Load Index (NASA-TLX), aplicado a través de la plataforma Google Forms. El cuestionario mide diferentes aspectos de la carga de trabajo, como demanda mental, física, esfuerzo, desempeño y frustración. La carga cognitiva total fue alta para la gran mayoría de las trabajadoras, siendo del 78 % en la unidad de Santa Catarina y del 76 % en la unidad de Paraná. La demanda física se mostró de regular a alta (68 %) en Santa Catarina, mientras que en Paraná se observó más baja (41 %). Los resultados indican que las trabajadoras del sector de corte y soldadura enfrentan una carga psicofisiológica significativa, destacando la carga mental como la más exigente.
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