PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO Y CLÍNICO DE LOS CASOS DE ABANDONO DEL TRATAMIENTO DE LA TUBERCULOSIS EN BRASIL (2015-2024)
DOI:
https://doi.org/10.61164/ya6n1513Palabras clave:
Tuberculosis, Abandono del Tratamiento, Brasil, Epidemiología, ; Políticas PúblicasResumen
Estudio cuantitativo, retrospectivo y descriptivo-analítico, realizado con datos secundarios del Sistema de Información de Enfermedades de Notificación (SINAN), con el objetivo de analizar el abandono del tratamiento de la tuberculosis en Brasil en el período de 2026 a 2024. Entre los casos analizados, predominó la categoría caso nuevo (64,0%), seguida por el reingreso tras abandono (26,4%), considerada una categoría clave debido a la elevada recurrencia de este desenlace. Se observó una mayor prevalencia de abandono del tratamiento entre los individuos que no realizaron el Tratamiento Directamente Observado (TDO), con una proporción del 20,1%, en comparación con aquellos sometidos al TDO (8,6%), presentando una razón de prevalencia de 2,34 (IC95%: 2,31–2,38; p<0,001). El análisis de las condiciones de vulnerabilidad evidenció una mayor prevalencia de abandono entre la población en situación de calle (RP=2,94; IC95%: 2,87–3,01), usuarios de drogas ilícitas (RP=2,59; IC95%: 2,55–2,63), individuos con alcoholismo (RP=1,95; IC95%: 1,92–1,98) y personas que viven con VIH (RP=1,83; IC95%: 1,80–1,86). En contraste, la población privada de libertad presentó menor prevalencia de abandono del tratamiento (RP=0,71; IC95%: 0,70–0,73). Los hallazgos refuerzan el abandono del tratamiento como un fenómeno fuertemente asociado a la vulnerabilidad social y a la ausencia de estrategias efectivas de seguimiento, destacando la importancia de fortalecer el TDO y las acciones intersectoriales para la reducción de este desenlace.
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