PERCEPCIONES PARENTALES SOBRE LA ATENCIÓN DE SALUD BRINDADA A NIÑOS Y ADOLESCENTES CON TRASTORNO DEL ESPECTRO AUTISTA
DOI:
https://doi.org/10.61164/03bh6v40Palabras clave:
Transtorno do Espectro Autista; Cuidados em saúde; Pais; Cuidados de EnfermagemResumen
Introducción: El Trastorno del Espectro Autista corresponde a un conjunto de alteraciones del neurodesarrollo, caracterizadas por dificultades en la comunicación y en la interacción social, asociadas a patrones de comportamiento restringidos y repetitivos. La intensidad de estas manifestaciones es variable y puede incluir desde limitaciones importantes en el lenguaje verbal hasta su ausencia, lo que repercute directamente en las demandas de cuidado en salud durante la infancia.Objetivo:Analizar, a partir de la literatura científica, las percepciones de padres de niños con Trastorno del Espectro Autista acerca de las prácticas de cuidado en salud.Metodología:Se trata de una revisión integradora de la literatura, realizada en las bases de datos LILACS, Google Académico, Web of Science, Scopus y SciELO. La búsqueda utilizó los Descriptores en Ciencias de la Salud (DeCS): “Trastorno del Espectro Autista”, “Cuidados en salud”, “Padres” y “Cuidados de Enfermería”. Se incluyeron estudios de revisión e investigaciones primarias publicados entre 2020 y 2025, en los idiomas portugués, inglés y español, disponibles en texto completo y de acceso abierto. Se excluyeron editoriales, libros, capítulos de libros, tesis, disertaciones, monografías y artículos duplicados.Resultados:Inicialmente se identificaron 1.248 publicaciones. Tras la aplicación de los criterios de inclusión y exclusión y la lectura minuciosa de los estudios, la muestra final estuvo compuesta por ocho artículos que abordaban directamente las percepciones parentales sobre el cuidado en salud ofrecido a niños con TEA.Discusión: Los hallazgos revelaron experiencias parentales marcadas por fragilidades en la atención, destacándose las largas listas de espera, el diagnóstico tardío, la comunicación ineficaz entre profesionales y familiares, la capacitación insuficiente de los equipos y entornos de atención poco adaptados a las necesidades sensoriales de los niños.Conclusión:El estudio evidenció diferentes percepciones parentales acerca de la atención ofrecida en el ámbito de la Red de Atención Psicosocial, señalando brechas en el cuidado en salud de niños con TEA y la necesidad de estrategias que promuevan una atención más accesible, calificada y centrada en la familia.
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