CARBONO SOCIOAMBIENTAL 5.0: PROTAGONISMO, AMAZONÍA, EFICACIA DE LA LEGISLACIÓN EM LA IMPLEMENTACIÓN SOSTENIBLE DE LOS CRÉDITOS DE CARBONO
DOI:
https://doi.org/10.61164/jt2jdk87Palabras clave:
Carbono 5.0 socioambiental, Liderazgo amazónico, Transformación sostenible, Gobernanza participativaResumen
El concepto histórico de Carbono Social fue desarrollado a lo largo de los años por el Instituto Ecológica, con base en una muestra de proyectos orientados a mejorar la calidad de vida de las comunidades locales, mediante la operación de créditos de carbono en Tocantins. En la COP 30, en noviembre de 2025, se presentó un proyecto, aún en desarrollo, titulado: Entre el mercado y la moral: Mecanismos de créditos de carbono en comunidades tradicionales y ribereñas de Amazonas mediante herramientas de la Industria 5.0. La iniciativa se basa en el Carbono Socioambiental 5.0, vinculado a las tecnologías de la Industria 5.0. Este enfoque surge como una evolución tecnológica en el mercado de carbono, sustituyendo el trabajo mecánico por tecnología moderna adaptada al estándar amazónico: una propuesta innovadora que opera dentro de los mecanismos de créditos de carbono del estado. El proyecto también incluye la repavimentación de la carretera BR-319, con soluciones para mitigar los impactos ambientales, y la apertura de la carretera BR-230, estableciendo dos ejes centrales para la economía regional. En este contexto, el Crédito de Carbono Socioambiental 5.0 (CSC) amplía el concepto tradicional al incorporar dimensiones ambientales, sociales, culturales y comunitarias. El objetivo es garantizar que las comunidades tradicionales y ribereñas, actores clave en la conservación, reciban beneficios directos y transparentes. Este proyecto, ampliamente discutido por el investigador Lima (UEA) en la COP 30, representa una oportunidad estratégica para la valorización de los bosques en pie. Por lo tanto, se concluye que la implementación del CSC 5.0 es fundamental para garantizar ingresos, el empoderamiento comunitario y la adaptación tecnológica, consolidando un modelo de desarrollo que combina la justicia climática, la bioeconomía y la dignidad humana.
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