ENTRENAMIENTO DE FUERZA Y CALIDAD DE VIDA RELACIONADA CON LA SALUD EN UNIVERSITARIOS: UN ESTUDIO TRANSVERSAL
DOI:
https://doi.org/10.61164/g1vvyw19Palabras clave:
Entrenamiento de fuerza, Calidad de vida relacionada con la salud, Universitarios, Actividad física, Promoción de la saludResumen
El entrenamiento de fuerza ha sido ampliamente recomendado como una estrategia para la promoción de la salud y la prevención de enfermedades crónicas; sin embargo, su relación con la calidad de vida relacionada con la salud en universitarios aún ha sido poco explorada. El objetivo de este estudio fue analizar la calidad de vida relacionada con la salud y los niveles de actividad física en universitarios practicantes de entrenamiento de fuerza. Se trata de un estudio transversal realizado con 38 universitarios de ambos sexos, con edades entre 18 y 30 años, practicantes regulares de entrenamiento de fuerza. Los niveles de actividad física fueron evaluados mediante el Cuestionario Internacional de Actividad Física – versión corta (IPAQ-corto), y la calidad de vida relacionada con la salud fue medida mediante el cuestionario Short Form Health Survey (SF-36). Los datos fueron analizados mediante estadística descriptiva, presentándose en forma de medias, desviaciones estándar y frecuencias. Los resultados mostraron puntuaciones elevadas en los dominios de capacidad funcional y limitaciones por aspectos físicos, lo que indica una percepción favorable de la salud física entre los participantes. Asimismo, los universitarios con mayor tiempo y frecuencia de práctica de entrenamiento de fuerza presentaron niveles más elevados de actividad física. En contraste, los dominios relacionados con la vitalidad y los aspectos emocionales presentaron puntuaciones inferiores, lo que sugiere la influencia de factores psicosociales en el contexto universitario. Se concluye que los universitarios practicantes de entrenamiento de fuerza presentan una percepción positiva de la calidad de vida relacionada con la salud, especialmente en los componentes físicos, reforzando la importancia de esta modalidad como estrategia de promoción de la salud.
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Referencias
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