RACISMO EN LAS REDES SOCIALES Y MEDIOS BRASILEÑOS: ANÁLISIS DE DISCURSOS E IMPACTOS SOCIALES
DOI:
https://doi.org/10.61164/r4k42y72Palabras clave:
Racismo. Redes sociales. Medios digitales. Discurso de odio. DerechoResumen
El racismo es un fenómeno estructural presente en la sociedad brasileña y que también se manifiesta de manera significativa en el entorno digital. Con la expansión de las redes sociales y de los medios digitales, estos espacios han facilitado la circulación de información, pero también se han convertido en ambientes propicios para la reproducción de discursos discriminatorios, tanto de manera explícita como encubierta. Frente a este contexto, el presente artículo tiene como objetivo analizar las manifestaciones de racismo en las redes sociales y en los medios brasileños, así como sus impactos sociales y jurídicos. La investigación se desarrolló a partir de un enfoque cualitativo y cuantitativo, utilizando revisión bibliográfica interdisciplinaria, análisis de contenido de publicaciones en plataformas digitales ampliamente utilizadas en Brasil y análisis jurídico de casos relacionados con el racismo en el ámbito digital. Los resultados apuntan a la permanencia de discursos de odio racial, muchas veces naturalizados en el debate público e intensificados por las dinámicas de funcionamiento de las propias plataformas. Tales discursos afectan de manera más directa a la población negra y a otros grupos racializados, produciendo impactos sociales relevantes. Aunque el ordenamiento jurídico brasileño cuenta con disposiciones destinadas a la lucha contra el racismo, se percibe que su aplicación en el entorno digital aún enfrenta desafíos, como la dificultad de identificar a los responsables y las limitaciones de las políticas de moderación. Ante ello, se concluye que el enfrentamiento del racismo en las redes sociales requiere medidas integradas, que incluyan políticas públicas, educación para el uso consciente de los medios digitales y la mejora de los mecanismos jurídicos de responsabilidad, con el objetivo de construir un entorno virtual más justo, seguro e inclusivo.
Descargas
Referencias
AKOTIRENE, C. Interseccionalidade. São Paulo: Pólen, 2019.
ALVES-MAZZOTTI, A. J; GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências naturais e sociais. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 1998.
ARAÚJO, Eleno Marques de. As relações étnico-raciais no ensino superior: pressupostos teóricos e legais para uma educação antirracista. Tese doutoral. Universidad Del Sol - UNADES. Assunção, 2024.
BARDIN, L. Análise de Conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2016.
BUTLER, J. Discurso de ódio: uma política do performativo. Tradução de Roberta Fabbri Viscardi. São Paulo. Unesp, 2021.
DAVIS, A. Mulheres, raça, classe. São Paulo: Boitempo Editorial, 2016.
DEL CANTO, E. R. Delincuencia Informática y Fraudes Informaticos. Direção Carlos María Casabona. Granada: Comares, 2002.
FANON, Frantz. Pele Negra, Máscaras Brancas. Tradução de Sebastião Nascimento. São Paulo: Ubu. 2023.
FRAGOSO. S. Métodos de pesquisa para a internet. Porto Alegre: Sulina, 2020.
GONZALEZ, L. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, Brasília, n. 2, p. 223-244, 1983.
HOOKS, B. O feminismo é pra todo mundo: políticas arrebatadoras. Rio de Janeiro: rosa dos tempos, 2019.
KAMEL, Ali. Não Somos Racistas: uma reação aos que querem nos transformar numa nação bicolor. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006.
KILOMBA. G. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Cobogó, 2019.
LÜDKE, M., ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
MINAYO, M. C. de S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: Hucitec, 2014.
NASCIMENTO, Elisa Larkin. Afrocentricidade: uma abordagem epistemológica inovadora. São Paulo: Selo Negro, 2009.
PINHEIRO, B. V. de A. As novas disposições sobre crimes cibernéticos. Jusbrasil, 2021. Disponível em: https://brunopinheiro23.jusbrasil.com.br/artigos/1518500029/as-novas-disposicoes-sobre-os-crimes-ciberneticos. Acesso em 13 fev. 2023.
PRODANOV, C. C. et al. Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Novo Hamburgo: Feevale, 2013.
RIBEIRO, D. Quem tem medo do feminismo negro? São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
RIBEIRO, D. Pequeno Manual Antirracista. São Paulo: Companhia de Letras. 2019.
SERRANO, F. P. Pesquisar a tese, um desafio no labirinto. Tradução de Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola Editorial, 2011.
SILVA, M. J. Racismo à brasileira: Raízes históricas - um novo nível de reflexão sobre a história do Brasil. 4. ed. São Paulo: Anita Garibaldi, 2009.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Eleno Marques de Araújo, Sofhia Xavier Kaisa de Brito Brito, Yasmim Ferreira Araújo Chaves, Pedro Henrique Paulino de Oliveira Oliveira

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Authors who publish in this journal agree to the following terms:
Authors retain copyright and grant the journal the right of first publication, with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution License, which permits the sharing of the work with proper acknowledgment of authorship and initial publication in this journal;
Authors are authorized to enter into separate, additional agreements for the non-exclusive distribution of the version of the work published in this journal (e.g., posting in an institutional repository or publishing it as a book chapter), provided that authorship and initial publication in this journal are properly acknowledged, and that the work is adapted to the template of the respective repository;
Authors are permitted and encouraged to post and distribute their work online (e.g., in institutional repositories or on their personal websites) at any point before or during the editorial process, as this may lead to productive exchanges and increase the impact and citation of the published work (see The Effect of Open Access);
Authors are responsible for correctly providing their personal information, including name, keywords, abstracts, and other relevant data, thereby defining how they wish to be cited. The journal’s editorial board is not responsible for any errors or inconsistencies in these records.
PRIVACY POLICY
The names and email addresses provided to this journal will be used exclusively for the purposes of this publication and will not be made available for any other purpose or to third parties.
Note: All content of the work is the sole responsibility of the author and the advisor.
