Este artículo analiza el papel de las redes sociales digitales como instrumentos de control social ejercido por estudiantes universitarios sobre la gestión académica en instituciones públicas de educación superior en Brasil. Se trata de una revisión bibliográfica integradora, realizada según el protocolo propuesto por Souza, Silva y Carvalho (2010), que examinó 11 estudios publicados entre 2015 y 2025, seleccionados de bases de datos nacionales e internacionales. Los resultados indican que las redes sociales se han apropiado como espacios para la denuncia institucional, la articulación colectiva y la presión pública, aumentando la visibilidad de los conflictos y las demandas estudiantiles ante las debilidades de los mecanismos formales de participación. El análisis destacó tres ejes centrales: la construcción de narrativas contrahegemónicas, la movilización digital con potencial de repercusiones administrativas y las limitaciones estructurales que condicionan la efectividad del control social en entornos universitarios. Se puede concluir que, si bien los medios digitales se han consolidado como espacios relevantes para la participación y la rendición de cuentas no institucionalizadas, su efectividad depende del reconocimiento institucional de estas prácticas y de la existencia de mecanismos para escuchar, dialogar e incorporar las demandas formuladas en línea.

Autores/as

  • Sávia Teresa Martins Camarço Universidade Federal do Piauí
  • Hellen Kellen Mendes de Lima Universidade Federal do Piauí
  • Liliane Araújo Pinto Universidade Federal do Piauí
  • Mauricio Mendes Boavista de Castro Universidade Federal do Piauí - UFPI
  • Maria de Lourdes de Melo Salmito Mendes Universidade Federal do Piauí
  • Kelsen Arcângelo Ferreira e Silva Universidade Federal do Piauí

DOI:

https://doi.org/10.61164/rae9gn89

Palabras clave:

ontrole Social, Redes sociais digitais., Ativismo estudantil., Universidades Públicas., Governança universitária.

Resumen

Este artículo analiza el papel de las redes sociales digitales como instrumentos de control social ejercido por estudiantes universitarios sobre la gestión académica en instituciones públicas de educación superior en Brasil. Se trata de una revisión bibliográfica integradora, realizada según el protocolo propuesto por Souza, Silva y Carvalho (2010), que examinó 11 estudios publicados entre 2015 y 2025, seleccionados de bases de datos nacionales e internacionales. Los resultados indican que las redes sociales se han apropiado como espacios para la denuncia institucional, la articulación colectiva y la presión pública, aumentando la visibilidad de los conflictos y las demandas estudiantiles ante las debilidades de los mecanismos formales de participación. El análisis destacó tres ejes centrales: la construcción de narrativas contrahegemónicas, la movilización digital con potencial de repercusiones administrativas y las limitaciones estructurales que condicionan la efectividad del control social en entornos universitarios. Se puede concluir que, si bien los medios digitales se han consolidado como espacios relevantes para la participación y la rendición de cuentas no institucionalizadas, su efectividad depende del reconocimiento institucional de estas prácticas y de la existencia de mecanismos para escuchar, dialogar e incorporar las demandas formuladas en línea.

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Publicado

2026-02-09

Cómo citar

Este artículo analiza el papel de las redes sociales digitales como instrumentos de control social ejercido por estudiantes universitarios sobre la gestión académica en instituciones públicas de educación superior en Brasil. Se trata de una revisión bibliográfica integradora, realizada según el protocolo propuesto por Souza, Silva y Carvalho (2010), que examinó 11 estudios publicados entre 2015 y 2025, seleccionados de bases de datos nacionales e internacionales. Los resultados indican que las redes sociales se han apropiado como espacios para la denuncia institucional, la articulación colectiva y la presión pública, aumentando la visibilidad de los conflictos y las demandas estudiantiles ante las debilidades de los mecanismos formales de participación. El análisis destacó tres ejes centrales: la construcción de narrativas contrahegemónicas, la movilización digital con potencial de repercusiones administrativas y las limitaciones estructurales que condicionan la efectividad del control social en entornos universitarios. Se puede concluir que, si bien los medios digitales se han consolidado como espacios relevantes para la participación y la rendición de cuentas no institucionalizadas, su efectividad depende del reconocimiento institucional de estas prácticas y de la existencia de mecanismos para escuchar, dialogar e incorporar las demandas formuladas en línea. (2026). Revista Multidisciplinar Do Nordeste Mineiro, 2(01), 1-26. https://doi.org/10.61164/rae9gn89