¿La salinidad afecta el desarrollo y la supervivencia de plântulas clonales de Eucalyptus urograndis?

Autores/as

  • Barbara Gomes Moura Universidade Federal de Alagoas
  • Mariana de Souza Santos Universidade Federal de Alagoas
  • Mychael Marcos Silva Gomes Universidade Federal de Alagoas
  • Gabriela Castelo Branco Oliveira Universidade Federal de Alagoas
  • Francielly da Guirra Bernardo Universidade Federal de Alagoas
  • Augusto de Lima Barbosa Universidade Federal de Alagoas
  • Marcio Vinicius da Silva Santos Universidade Federal de Alagoas
  • Hugo Henrique Costa do Nascimento Universidade Federal de Alagoas
  • Andréa de Vasconcelos Freitas Pinto Universidade Federal de Alagoas

DOI:

https://doi.org/10.66104/c7j6jy69

Palabras clave:

salinidade, eucalipto, silvicultura, estrés

Resumen

El eucalipto ha desempeñado un papel importante en programas de reforestación en Brasil, y para el suministro de madera, especialmente para la industria de celulosa y siderurgia, destacándose por sus ventajas en relación con otras especies forestales cultivadas. El proceso de salinización del suelo proviene de características ambientales y/o antrópicas, donde afecta el rendimiento de los cultivos y las características químicas y físicas del suelo. Con base en lo expuesto, este estudio tuvo como objetivo evaluar el comportamiento ecofisiológico de plántulas de Eucalyptus urograndis GG680 sometidas a diferentes niveles de concentración salina, a fin de determinar el punto en que la salinidad comienza a perjudicar su desarrollo inicial. El trabajo se llevó a cabo en el Laboratorio de Tecnología de Producción (LATEP) - Sector de Silvicultura y Viveros Forestales, ubicado en el Campus de Ingenierías y Ciencias Agrarias (CECA) de la Universidad Federal de Alagoas (UFAL). Se adoptó el diseño experimental en bloques al azar, que contenía cuatro tratamientos salinos y un control (sin la adición de sal – 0 (Control), 50, 100, 150 y 200 mM). Para cada uno de estos tratamientos, se asignaron cinco repeticiones. Al final del período experimental, se evaluaron el área foliar, la integridad de la membrana (porcentaje absoluto, porcentaje relativo y porcentaje de daños en la membrana), los pigmentos fotosintéticos (Clorofilas a, b, total y carotenoides), además de la producción de materia seca de los siguientes órganos: hoja, tallo, sistema radicular, total y la relación raíz/parte aérea. Esta investigación permitió inferir que las plántulas clonales de Eucalyptus urograndis GG680 comienzan a presentar síntomas de toxicidad salina a partir de 100 mM, siendo recomendado su plantación en suelos que presenten salinidad inferior a estos niveles.

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Biografía del autor/a

  • Barbara Gomes Moura, Universidade Federal de Alagoas

    Engenheira Florestal pela Universidade Federal de Alagoas

  • Mariana de Souza Santos, Universidade Federal de Alagoas

    Graduanda em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Alagoas

  • Mychael Marcos Silva Gomes, Universidade Federal de Alagoas

    Graduando em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Alagoas

  • Gabriela Castelo Branco Oliveira, Universidade Federal de Alagoas

    Mestre em Proteção de Plantas pela Universidade Federal de Alagoas

  • Francielly da Guirra Bernardo, Universidade Federal de Alagoas

    Engenheira Florestal pela Universidade Federal de Alagoas

  • Augusto de Lima Barbosa, Universidade Federal de Alagoas

    Graduando em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Alagoas

  • Marcio Vinicius da Silva Santos, Universidade Federal de Alagoas

    Graduando em Agronomia pela Universidade Federal de Alagoas

  • Hugo Henrique Costa do Nascimento, Universidade Federal de Alagoas

    Doutor em Ciências Florestais pela Universidade Federal Rural de Pernambuco

  • Andréa de Vasconcelos Freitas Pinto, Universidade Federal de Alagoas

    Doutora em Ciências Florestais pela Universidade Federal Rural de Pernambuco

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Publicado

2026-04-06

Cómo citar

¿La salinidad afecta el desarrollo y la supervivencia de plântulas clonales de Eucalyptus urograndis?. (2026). REMUNOM, 13(05), 1-32. https://doi.org/10.66104/c7j6jy69