Prospección fitoquímica de extractos de las hojas de Caesalpinia pyramidalis

Autores/as

  • Carlos Gabriel Araújo Chaves Universidade Estadual do Maranhão - UEMA
  • Thiago Yuri Freire Ferreira Universidade Federal de Pernambuco - UFPE
  • Thiago de Morais Chaves Universidade Estadual do Maranhão - UEMA
  • Maira Silva Ferreira Universidade Federal do Maranhão - UFMA
  • Alamgir Khan Universidade Estadual do Maranhão - UEMA
  • Raquel Maria Trindade Fernandes Universidade Estadual do Maranhão - UEMA

DOI:

https://doi.org/10.66104/3m7tkf67

Palabras clave:

Catinga de porco, metabolitos secundarios, productos naturales

Resumen

Desde la antigüedad, los seres humanos han utilizado plantas medicinales para curar las dolencias de la época. En aquel entonces, la ciencia no estaba tan avanzada como lo está hoy, por lo que el uso de estas plantas se realizaba de forma aleatoria, experimental y observacional. Con los avances científicos y los estudios sobre diversas plantas, su uso en farmacología ha ido en aumento. Brasil posee una gran diversidad de plantas, algunas de las cuales ya han sido objeto de estudios exhaustivos, mientras que otras no. Este trabajo tuvo como objetivo extraer las hojas de Caesalpinia pyramidalis, así como identificar las clases de metabolitos secundarios presentes en los extractos de la planta conocida como "catinga de porco", con la intención de aportar información sobre su composición y así fortalecer futuras investigaciones sobre su uso. Se identificaron fenoles, taninos, saponinas, flavonoles, catequinas, esteroides, triterpenos y alcaloides en el extracto crudo y en la fracción de acetato de etilo. Estos resultados concuerdan con estudios previos que demuestran la presencia de estos metabolitos secundarios en las hojas de Caesalpinia pyramidalis. En conclusión, las hojas de Caesalpinia pyramidalis constituyen una fuente potencial de compuestos farmacológicamente activos.

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Publicado

2026-04-02

Cómo citar

Prospección fitoquímica de extractos de las hojas de Caesalpinia pyramidalis. (2026). REMUNOM, 13(05), 1-12. https://doi.org/10.66104/3m7tkf67