OCURRENCIA DE PROBLEMAS FITOSANITARIOS EN CULTIVOS HORTÍCOLAS EN EL MUNICIPIO DE VACARIA, RS
DOI:
https://doi.org/10.66104/bsa3d169Palabras clave:
Plagas de insectos; Patógenos vegetales; Hongos; Diagnóstico fitosanitario.Resumen
La producción mundial de hortalizas y frutas es esencial para el suministro de nutrientes necesarios para una dieta equilibrada. Sin embargo, estos cultivos enfrentan importantes desafíos relacionados con enfermedades, especialmente enfermedades foliares, que comprometen la calidad y la productividad. Estos problemas se ven favorecidos por factores ambientales, como la alta humedad y las altas temperaturas, que contribuyen a la propagación de patógenos, lo que requiere un monitoreo constante y la adopción de técnicas de manejo eficientes. La correcta identificación de los problemas fitosanitarios es fundamental para evitar errores de diagnóstico y el uso inadecuado de plaguicidas. En este contexto, la Clínica Fitosanitaria (CF) desempeña un papel indispensable en la agricultura brasileña, contribuyendo a la reducción de pérdidas económicas e impactos ambientales. Este trabajo tuvo como objetivo caracterizar los principales problemas fitosanitarios en hortalizas tratadas por la CF en el municipio de Vacaria (RS). La metodología consistió en el diagnóstico de 72 muestras de plantas de huertos familiares. Se utilizaron equipos de laboratorio de rutina y literatura especializada para identificar los agentes causales. Los órganos de la planta con mayor incidencia de problemas fitosanitarios fueron los frutos y las hojas, con frecuencias relativas (FR) del 41,3 % y el 39,3 %, respectivamente. Entre las familias botánicas diagnosticadas, Solanáceas presentó la mayor representación (21,73%). En cuanto a la etiología, predominaron los patógenos fúngicos, correspondientes al 82,8% de las muestras, seguidos de las enfermedades bacterianas (10,9%) y los daños causados por plagas de insectos (6,3%). Los géneros fúngicos con las frecuencias relativas más altas fueron Colletotrichum sp. (21,73%), Fusarium sp. (17,39%) y Alternaria sp. (13,4%). En este contexto, se destaca el papel fundamental de la Clínica Fitosanitaria en la correcta identificación de los agentes causales, lo que contribuye a decisiones más acertadas, la reducción del uso inadecuado de plaguicidas y la mitigación de pérdidas económicas y ambientales.
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Referencias
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