RESPONSABILIDAD CIVIL AMBIENTAL Y LA CRISIS DE LA DEFORESTACIÓN AMAZÓNICA: ANÁLISIS DE LOS LÍMITES DE LA REPARACIÓN DEL DAÑO ECOLÓGICO
DOI:
https://doi.org/10.66104/8tw7fx81Palabras clave:
Responsabilidad civil ambiental; Deforestación; Amazonía; Derecho Ambiental; Daño ambiental.Resumen
El artículo examina la efectividad de la responsabilidad civil ambiental en Brasil frente a la deforestación ilegal en la Amazonía, articulando fundamentos normativos y reflexión teórica. Se parte de la consolidación del derecho al medio ambiente ecológicamente equilibrado como derecho fundamental en la Constitución de 1988, así como de la estructura de la responsabilidad civil ambiental, caracterizada por la objetividad, la teoría del riesgo integral y el principio de reparación integral. Se adopta una metodología cualitativa, de carácter exploratorio y descriptivo, basada en revisión bibliográfica y documental, con análisis de legislación, datos oficiales y decisiones judiciales relevantes. Posteriormente, se analizan datos recientes sobre la deforestación amazónica, que muestran la persistencia de altos niveles de degradación ambiental, a pesar de un marco jurídico e institucional consistente. El estudio aborda los mecanismos de responsabilidad administrativa y judicial, destacando la actuación del Instituto Brasileño de Medio Ambiente y Recursos Naturales Renovables (IBAMA) y del Ministerio Público, así como obstáculos como la dificultad para identificar a los responsables, la baja ejecución de sanciones y la lentitud procesal. Se discute la viabilidad de la reparación del daño ambiental, considerando la irreversibilidad de ciertos impactos y las limitaciones técnicas de la restauración ecológica. Se concluye que persiste una brecha entre la densidad normativa y su aplicación práctica.
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