LA CALIDAD MICROBIOLÓGICA DE LAS PLANTAS MEDICINALES QUE SE VENDEN EN LOS MERCADOS AL AIRE LIBRE DE MANAUS, AMAZONAS
DOI:
https://doi.org/10.66104/gkvexw54Palabras clave:
microbiología, envasadoResumen
Introducción: El uso de plantas medicinales es una práctica históricamente arraigada en la región amazónica. A pesar de su relevancia económica y su importancia para el Sistema Único de Salud (SUS) de Brasil, la cadena de producción informal en los mercados al aire libre de Manaus ofrece condiciones precarias para la comercialización, la exposición a la humedad y el almacenamiento inadecuado. Además, el empaque rústico no cumple con los requisitos de la RDC No. 26/2014 de ANVISA. El objetivo de este estudio es evaluar la calidad microbiológica de las plantas vendidas en un mercado público de la ciudad de Manaus (Amazonas) y analizar la conformidad de sus etiquetas con la legislación vigente. Metodología: Este es un estudio experimental y exploratorio con muestras de Pelmus boldus (boldo), Endopleura uchi (uxi amarillo), Maytenus ilicifolia (espinheira santa), Momordica charantia L (melón amargo) y Mentha piperita L (menta piperita) recolectadas en dos mercados al aire libre de la ciudad de Manaus (Amazonas). Con base en la Farmacopea Brasileña, se maceraron 10 g de cada planta por triplicado y se incubaron en caldo BHI. Posteriormente, se realizó siembra en agar Mueller Hinton, EMB y medio Sabouraud. La identificación bacteriana y fúngica se realizó mediante tinción de Gram, pruebas bioquímicas y microscopía. Paralelamente, se evaluaron las etiquetas según los criterios de la RDC No. 26/2014. Conclusión: Todas las muestras mostraron una contaminación del 100 % por hongos y bacterias, con crecimiento de especies como Aspergillus spp., Staphylococcus spp., Micrococcus spp. y Pseudomonas aeruginosa. El aislamiento de estos microorganismos confirma graves deficiencias higiénico-sanitarias en la comercialización. Además, ninguno de los envases cumplía con los estándares de ANVISA, omitiendo datos vitales como el número de lote, la fecha de caducidad y el fabricante. Este escenario expone a los consumidores a graves riesgos de infección e intoxicación, lo que subraya la necesidad urgente de realizar inspecciones sanitarias rigurosas en los mercados al aire libre y de que los proveedores estandaricen obligatoriamente los envases.
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