DETERMINANTES DE PREMATURIDADE: IMPACTO DOS AGRAVOS RELACIONADOS À INFECÇÃO URINÁRIA, DIABETES, SÍFILIS E HIPERTENSÃO ARTERIAL SOBRE A SAÚDE MATERNA E FETAL NO HOSPITAL MATERNIDADE MARIANA BULHÕES, NOVA IGUAÇU, RJ

Autores

  • Letícia Moreira Leitão Universidade iguaçu
  • Mariana Lima Gomes Universidade Iguaçu
  • Maria da Penha Laprovita Universidade Iguaçu
  • Ana Carolina Silva de Lima Universidade Iguaçu

DOI:

https://doi.org/10.61164/r9dt6j14

Palavras-chave:

Hipertensão Arterial, Diabetes,Sifílis, Infecção Urinária, Saúde Materno e Fetal

Resumo

A prematuridade constitui um importante problema de saúde pública, especialmente em regiões de maior vulnerabilidade social, estando associada a elevadas taxas de morbimortalidade neonatal. O presente estudo teve como objetivo analisar a relação entre agravos maternos — infecção urinária, diabetes gestacional, sífilis e hipertensão arterial — e o desfecho de prematuridade em gestantes atendidas na Maternidade Mariana Bulhões, em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Trata-se de um estudo de coorte prospectivo, exploratório e descritivo, com abordagem quantitativa, realizado entre fevereiro e agosto de 2025. A amostra foi composta por gestações que evoluíram para parto prematuro, selecionadas por meio da análise de prontuários e entrevistas semiestruturadas. Foram investigadas variáveis sociodemográficas, clínicas, obstétricas e relacionadas ao acesso e à qualidade do pré-natal. Espera-se identificar a prevalência dos agravos maternos estudados e sua associação com desfechos neonatais adversos, contribuindo para o planejamento de estratégias de prevenção, qualificação do pré-natal e redução da prematuridade em contextos de alta vulnerabilidade social.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Indicadores de saúde. Brasília, 2020.

BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção ao pré-natal de baixo risco. Brasília, 2013.

CARVALHO, D. S.; SILVA, R. M.; ANDRADE, L. F. L. Diabetes gestacional e desfechos perinatais em maternidade pública: análise de 10 anos. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, v. 19, n. 4, p. 243–249, 2019.

FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (FEBRASGO). Manual de orientação para gravidez de alto risco. São Paulo, 2022.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Nascidos muito cedo: epidemiologia global de 15 milhões de nascimentos prematuros. Genebra, 2015.

ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE (OPAS). Prematuridade: causas e impactos na América Latina. Washington, DC, 2019.

RAMOS, H. Â. C.; CUMAN, R. K. N. Fatores de risco para prematuridade: pesquisa documental. Escola Anna Nery, v. 13, n. 2, p. 297–304, 2009. DOI: https://doi.org/10.1590/S1414-81452009000200009

SANTOS, M. M.; OLIVEIRA, G. A.; SOUSA, T. M. Infecção urinária como fator de risco para prematuridade em gestantes: revisão integrativa. Jornal Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia, v. 43, n. 3, p. 225–230, 2021.

SILVEIRA, M. F. et al. Aumento da prematuridade no Brasil: revisão de estudos de base populacional. Revista de Saúde Pública, v. 42, p. 957–964, 2008. DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-89102008000500023

Downloads

Publicado

2026-01-30

Como Citar

DETERMINANTES DE PREMATURIDADE: IMPACTO DOS AGRAVOS RELACIONADOS À INFECÇÃO URINÁRIA, DIABETES, SÍFILIS E HIPERTENSÃO ARTERIAL SOBRE A SAÚDE MATERNA E FETAL NO HOSPITAL MATERNIDADE MARIANA BULHÕES, NOVA IGUAÇU, RJ. (2026). Revista Multidisciplinar Do Nordeste Mineiro, 1(03), 1-15. https://doi.org/10.61164/r9dt6j14