SITUATIONAL DIAGNOSIS OF HEALTH CONDITIONS IN A FAMILY HEALTH UNIT IN WESTERN PARANÁ: AN EXPERIENCE REPORT
DOI:
https://doi.org/10.66104/0f2rrw62Palavras-chave:
Atenção Primária à saúde; Território; Diagnóstico Situacional; Planejamento.Resumo
This study presents a situational diagnosis conducted with a Family Health team from a Family Health Unit located in the western region of Paraná, aiming to analyze its socio-environmental, demographic, and epidemiological characteristics in order to support the planning and organization of actions within Primary Health Care. This is a mixed-methods research (qualitative-quantitative), developed through interviews with key informants, field observations, and analysis of secondary data from official systems of the Unified Health System (SUS). Based on the information collected, institutional, territorial-environmental, demographic, socioeconomic, and epidemiological profiles of the territory were developed. The results highlighted positive aspects, such as the Unit's operation during extended hours, team organization, and the population's access to essential services. However, relevant challenges were also identified, including the existence of uncovered micro-areas, environmental conditions that require attention, and significant prevalences of chronic and infectious diseases. It was observed that the population served is predominantly young, with low education levels and dependence on public health services, which reinforces the importance of strategies that promote equity in care. It is concluded that the situational diagnosis constitutes an essential tool for territorial planning and for the qualification of health practices, by enabling a critical and sensitive reading of the local reality, strengthening the bond between the team and the community.
Downloads
Referências
BRASIL. Lei n.º 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do SUS. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 31 dez. 1990.
BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção primária à saúde no Brasil: reflexões e caminhos para o fortalecimento. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2022a. Disponível em: https://iris.paho.org/handle/10665.2/55870. Acesso em: 11 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Plano nacional de saúde 2020-2023. Brasília: Ministério da Saúde, 2020. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/planejamento/plano-nacional-de-saude. Acesso em: 11 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção básica (PNAB). Brasília: Ministério da Saúde, 2022b. Disponível em: https://aps.saude.gov.br/biblioteca/visualizar/MTU2Mw==. Acesso em: 11 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de saúde integral de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexos (PNSI-LGBTI+): versão atualizada. Brasília: Ministério da Saúde, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/media/pdf/2023/politica-lgbti.pdf. Acesso em: 11 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde na hora: ampliação do acesso com qualidade na atenção primária à saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2021.
BRASIL. Ministério da Saúde. Tabagismo: prevenção e controle na atenção primária à saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/tabagismo. Acesso em: 11 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Território e saúde: guia para o trabalho das equipes de atenção primária à saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2021a. Disponível em: https://aps.saude.gov.br/biblioteca/visualizar/MTU2NA==. Acesso em: 11 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. VIGITEL Brasil 2021: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico. Brasília: Ministério da Saúde, 2022a. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/vigitel/vigitel-2021. Acesso em: 11 jul. 2025.
COLUSSI, C. F.; PEREIRA, K. G. Territorialização, diagnóstico situacional e planejamento em saúde na atenção básica. Florianópolis: UFSC, 2016.
DALTRO, M. R.; FARIA, A. A. Relato de experiência: uma narrativa científica na pós-modernidade. Estudos e Pesquisas em Psicologia, v. 19, n. 1, p. 223-237, 2019. DOI: https://doi.org/10.12957/epp.2019.43015
FAO. The state of food security and nutrition in the world 2021: transforming food systems for food security, improved nutrition and affordable healthy diets for all. Rome: FAO, 2021. Disponível em: https://www.fao.org/documents/card/en/c/cb4474en. Acesso em: 11 jul. 2025.
FIGUEROA DA SILVA, M. C. et al. Diagnóstico situacional em saúde como estratégia de aprendizagem para estudantes de enfermagem e medicina. Saúde em Redes, v. 7, n. 2, p. 191-200, 2021. Disponível em: http://revista.redeunida.org.br/ojs/index.php/rede-unida/article/view/3342. Acesso em: 21 dez. 2025. DOI: https://doi.org/10.18310/2446-4813.2021v7n2p191-200
GIOVANELLA, L. et al. A contribuição da atenção primária à saúde na rede SUS de enfrentamento à Covid-19. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 45, n. 130, p. 748-762, jul./set. 2021. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sdeb/a/6H9kXbYhGZp8GzZz/. Acesso em: 21 dez. 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/0103-1104202113014
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Censo demográfico 2022: características da população e dos domicílios. Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/censo-demografico-2022. Acesso em: 09 jul. 2025.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pesquisa nacional de saúde 2019: educação e saúde. Rio de Janeiro: IBGE, 2020. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101764.pdf. Acesso em: 11 jul. 2025.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pesquisa nacional de saneamento básico 2021. Rio de Janeiro: IBGE, 2022. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101930.pdf. Acesso em: 11 jul. 2025.
MENDES, E. V. A construção social da atenção primária à saúde. Brasília: CONASS, 2019.
MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 14. ed. São Paulo: Hucitec, 2014.
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE (OPAS). Vigilância em saúde ambiental: guia técnico para equipes da atenção primária. Brasília: OPAS Brasil, 2021. Disponível em: https://www.paho.org/pt/documentos/guia-vigilancia-ambiental-aps. Acesso em: 11 jul. 2025.
PARANÁ. Secretaria de Estado da Saúde. Perfil epidemiológico do Paraná 2023: monitoramento de doenças crônicas e fatores de risco. Curitiba: SESA, 2023. Disponível em: https://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=3459. Acesso em: 11 jul. 2025.
RIBEIRO, L. C. C. et al. O diagnóstico administrativo e situacional como instrumento para o planejamento de ações na estratégia saúde da família. Cogitare Enfermagem, v. 13, n. 3, 2008. DOI: 10.5380/ce.v13i3.13044. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/13044. Acesso em: 09 fev. 2026. DOI: https://doi.org/10.5380/ce.v13i3.13044
SILVA, C. S. S. L. et al. O diagnóstico situacional como ferramenta para o planejamento de ações na atenção primária à saúde. Revista Pró-UniverSUS, Vassouras, v. 7, n. 2, p. 30-33, jan./jun. 2016. Disponível em: https://editora.univassouras.edu.br/index.php/RPU/article/view/345. Acesso em: 09 fev. 2026.
STARFIELD, B. Atenção primária: equilíbrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia. Brasília: UNESCO; Ministério da Saúde, 2002.
TEIXEIRA, C. F. Planejamento em saúde: conceitos, métodos, experiências. Salvador: EDUFBA, 2006.
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Closing the gap in a generation: health equity through action on the social determinants of health. Final report of the Commission on Social Determinants of Health. Geneva: WHO, 2008. Disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/WHO-IER-CSDH-08.1. Acesso em: 11 jul. 2025.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Larissa Xavier Silva, Alexandre Yukiti Kanda Omoto , Breno Nicolas Holanda Santos , Marco Antônio Almeida Ramirez , Monica Augusta Mombelli

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista;
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista, desde que adpatado ao template do repositório em questão;
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
- Os autores são responsáveis por inserir corretamente seus dados, incluindo nome, palavras-chave, resumos e demais informações, definindo assim a forma como desejam ser citados. Dessa forma, o corpo editorial da revista não se responsabiliza por eventuais erros ou inconsistências nesses registros.
POLÍTICA DE PRIVACIDADE
Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.
Obs: todo o conteúdo do trabalho é de responsabilidade do autor e orientador.
