PROCESSOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO DE PONTES EM CONCRETO ARMADO
DOI:
https://doi.org/10.66104/n5e5n877Palavras-chave:
processos de impermeabilização, pontes, recuperação estrutural, patologias estruturais, fissuras, pontes em concreto, fundações, manta asfáltica, tabuleiro de pontesResumo
Os processos de impermeabilização devem ser extensivos a todos os tipos de construções como as edificações urbanas, as pontes e os viadutos. Entretanto, eles não garantem a durabilidade se não houver os procedimentos contínuos de inspeção e manutenção. As pontes, em particular, devem receber aplicações de impermeabilização durante suas construções, manutenções ou recuperações. As impermeabilizações nestas estruturas não são reservadas apenas para aquelas dos países de clima frio, onde se efetua o degelo com uso de sais, grandes indutores de patologias no concreto. Elas são aplicadas também nos países de clima quente. No Brasil, como em qualquer parte do mundo, ocorre a susceptibilidade das estruturas de pontes ou viadutos sofrerem incidências de percolação de água através de suas estruturas, principalmente nas lajes de tabuleiros, juntas de dilatação e fissuras expostas. Tal anomalia já justifica a impermeabilização, visando a proteção contra outras anomalias no concreto e nas armaduras. Assim, promove-se uma maior durabilidade estrutural, com o objetivo de se obter menores custos sociais relacionados com as obras de recuperação estrutural. O artigo tem como objetivo abordar os processos de impermeabilização como procedimentos necessários a serem aplicados em pontes e viadutos, para os casos de estruturas novas ou estruturas recuperadas, possibilitando a garantia da durabilidade com economia de recursos.
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