ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE): FORMAÇÃO E PRÁTICA DOCENTESPECIALIZED EDUCATIONAL SERVICE (SES): TEACHER TRAINING AND PRACTICEATENCIÓN EDUCATIVA ESPECIALIZADA (AEE): FORMACIÓN Y PRÁCTICA DOCENTE
DOI:
https://doi.org/10.66104/9npqm651Palavras-chave:
Educação Inclusiva, AEE, Formação Docente, Prática pedagógica.Resumo
Este artigo analisa a relevância do Atendimento Educacional Especializado (AEE) como pilar da educação inclusiva, focando na indissociabilidade entre a formação docente e a eficácia das práticas pedagógicas. O objetivo é discutir como a qualificação contínua dos professores permite a identificação e a eliminação de barreiras que impedem a plena participação de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação no ensino regular. A pesquisa destaca que o AEE não deve ser visto como um reforço escolar, mas como um suporte técnico-pedagógico que exige domínio de tecnologias assistivas e metodologias diversificadas. Conclui-se que a carência de formação específica ainda é um desafio significativo, sendo necessário que as políticas públicas e as instituições de ensino promovam espaços de formação em serviço para garantir que a inclusão transponha o âmbito legal e se concretize na prática cotidiana da sala de aula.
Downloads
Referências
BOOTH, T.; AINSCOW, M. Index para a inclusão: desenvolvendo a aprendizagem e a participação na escola. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2012.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Planalto, 1988. Disponível em: . Acesso em: 15/04/2026.
BRASIL. Marcos Políticos-legais da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: Ministério da Educação, 2010. Disponível em: . Acesso em: 119014/2026.
BRASIL. Política Nacional de Educação Especial. Brasília: Ministério da Educação, 1994. Disponível em: . Acesso em: 15/04/2026.
BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: Ministério da Educação, 2008. Disponível em: . Acesso em: 15/04/2026.
BRASIL. Resolução n. 2, de 11 de setembro de 2001. Brasília: Ministério da Educação, 2001. Disponível em: . Acesso em: 15/04/2026.
CASTAMAN, A. S. “Educação inclusiva e a formação de professores”. Revista Brasileira de Educação Especial, vol. 12, n. 3, 2006.
DOURADO, L. F. “Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação Inicial e Continuada dos Profissionais do Magistério da Educação Básica: Concepções e Desafios”. Educação e Sociedade, vol. 36, n. 131, 2015 DOI: https://doi.org/10.1590/ES0101-73302015151909
FERNANDES, S. Fundamentos para Educação Especial. Curitiba: Editora Ibpex, 2007.
FLORIANI, M. A. B. Educação inclusiva. Indaial: Editora da UNIASSELVI, 2017.
FREITAS, S. N.; MOREIRA, L. C. “A universidade frente a formação inicial na perspectiva da inclusão”. In: CAIADO, K R. M. (org.). Professores e educação especial: formação em foco. Porto Alegre: Editora Mediação, 2011.
GARCIA, R. M. C. “A organização curricular na articulação entre serviço especializado e classe comum: um modelo inclusivo?” In: KASSAR, M. C. M. (org.). Diálogos com a diversidade: desafios da formação de educadores na contemporaneidade. Campinas: Editora Mercado de Letras, 2013.
MANTOAN, M. T. E. Inclusão Escolar: o que é? Como fazer? São Paulo: Editora Summus, 2018.
MAZZOTTA, M. J. Educação Especial no Brasil: história políticas públicas. São Paulo: Editora Cortez, 2005.
MOREIRA, C. “Marcos históricos e legais da Educação Especial no Brasil”. DocPlayer [2013]. Disponível em: . Acesso em: 28/001/2026.
NÓVOA, A. “Os Professores e a sua Formação num Tempo de Metamorfose da Escola”. Educação e Realidade, vol. 44, n. 3, 2019. DOI: https://doi.org/10.1590/2175-623684910
SARTORETTO, M. L. “Os Fundamentos da Educação Inclusiva”. Assistiva Tecnologia e Educação [2011]. Disponível em: . Acesso em: 20/03/2026.
SAVIANI, D. “XX – formação de professores”. In: SAVIANI, D. Interlocuções Pedagógicas. São Paulo: Editora Autores Associados, 2010.
UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Declaração de Salamanca: sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educativas especiais. Salamanca: UNESCO, 1994.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO ATENDIMENTO EM PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA. (2023). RSV, 1(1). https://rsv.ojsbr.com/rsv/article/view/173
SAÚDE PÚBLICA E SAÚDE COLETIVA: CONCEITOS E IMPACTOS NA SOCIEDADE. (2025). RSV, 8(1), 1-15. https://doi.org/10.61164/rsv.v8i1.4230 DOI: https://doi.org/10.61164/rsv.v8i1.4230
PERFIL DOS CASOS DE COQUELUCHE NO BRASIL: UM OLHAR PARA A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO. (2025). RSV, 2(2), 1-16. https://doi.org/10.61164/rsv.v2i2.3496 DOI: https://doi.org/10.61164/rsv.v2i2.3496
A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA NO DESENVOLVIMENTO MOTOR EM CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA. (2024). RSV, 3(1). https://doi.org/10.61164/rsv.v3i1.2239 DOI: https://doi.org/10.61164/rsv.v3i1.2239
O IMPACTO DA INTERVENÇÃO FISIOTERAPEUTICA EM CRIANÇAS COM AUTISMO. (2023). RSV, 1(1). https://rsv.ojsbr.com/rsv/article/view/181
IMPACTOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA ADVOCACIA BRASILEIRA: DESAFIOS E OPORTUNIDADES. (2023). RJNM, 7(1). https://doi.org/10.61164/rjnm.v7i1.2010 DOI: https://doi.org/10.61164/rjnm.v7i1.2010
OS DESAFIOS DA INCLUSÃO DE CRIANÇAS COM AUTISMO NO CONTEXTO EDUCACIONAL. (2024). RJNM, 11(1). https://doi.org/10.61164/rjnm.v11i1.2913 DOI: https://doi.org/10.61164/rjnm.v11i1.2913
ASSÉDIO MORAL NO AMBIENTE DE TRABALHO E A RESPONSABILIDADE CIVIL DO EMPREGADOR. (2023). RJNM, 1(1). https://jrnm.ojsbr.com/juridica/article/view/271
A APLICAÇÃO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA. (2024). RJNM, 8(1). https://doi.org/10.61164/rjnm.v8i1.2936 DOI: https://doi.org/10.61164/rjnm.v8i1.2936
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Ana Rosária Soares d da Silva, Daniela da Silva de Carvalho, Laurilene Cardodo da Silva Lopes, Shirlane Maria Batista da Silva Miranda, Dilmar Rodrigues da Silva Júnior, Antonio Luiz Alencar Miranda, Heloisa Helena da Silva Ferreira, Domitilia Lopes de Sousa

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista;
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista, desde que adpatado ao template do repositório em questão;
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
- Os autores são responsáveis por inserir corretamente seus dados, incluindo nome, palavras-chave, resumos e demais informações, definindo assim a forma como desejam ser citados. Dessa forma, o corpo editorial da revista não se responsabiliza por eventuais erros ou inconsistências nesses registros.
POLÍTICA DE PRIVACIDADE
Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.
Obs: todo o conteúdo do trabalho é de responsabilidade do autor e orientador.
