ANÁLISE DO COMBATE AO TRÁFICO DE PESSOAS PARA FINS DE EXPLORAÇÃO SEXUAL
DOI:
https://doi.org/10.61164/rmnm.v1i1.3425Palabras clave:
Direito penal, Política criminal, Tráfico de pessoas, Exploração sexual, RepressãoResumen
Trata do tráfico de pessoas para fins de exploração sexual, no âmbito internacional e interno, a partir da vigência da Lei nº. 13.344/2016, que foi um marco significativo no Brasil, revogando os artigos anteriores que tratavam dos respectivos crimes, com uma abordagem mais ampla que inclui prevenção, repressão e assistência às vítimas. Destaca que o histórico desse crime remonta à Antiguidade, intensifica-se com o início do Renascimento, quando o Brasil começou a ser um país fornecedor de pessoas para exploração sexual. Analisando as rotas do tráfico, que se espalham por várias regiões do Brasil, e também para outros países como Espanha e Portugal como destinos frequentes das vítimas. Apresenta o perfil das vítimas e como os aliciadores agem para ludibriá-las. Conclui sobre a importância da conscientização sobre as condutas e os mecanismos de combate ao tráfico.
Descargas
Referencias
ALVES, Heloísa Greco (Coord.). Relatório nacional sobre tráfico de pessoas: dados 2017 a 2020. Brasília-DF: MJSP, 2021.
BONATO, Adriane Campos. Tráfico de pessoas com a finalidade de exploração sexual comercial. 2013, 49 fl. Monografia (Bacharelado em Direito) – Universidade Tuiuti do Paraná, Curitiba, 2013.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília-DF: Senado, 1988. Disponível em: https://tinyurl.com/29ucwd3a. Acesso em: 08 out. 2024.
BRASIL. Decreto nº. 5.017 de 12 de março de 2004. Promulga o Protocolo adicional à Convenção das Nações Unidas contra o crime organizado transnacional relativo à prevenção, repressão e punição do tráfico de pessoas, em especial mulheres e crianças. Brasília-DF: Casa Civil, 2004. Disponível em: https://tinyurl.com/yvcx2nbj. Acesso em: 21 out. 2024.
BRASIL. Decreto-lei nº. 2.848 de 07 de dezembro de 1940. Código Penal. Rio de Janeiro: Catete, 1940. Disponível em: https://tinyurl.com/4t8n6dw6. Acesso em: 08 out. 2024.
BRASIL. Lei nº. 13.344 de 6 de outubro de 2016. Dispõe sobre prevenção ao tráfico interno e internacional de pessoas [...]. Brasília-DF: Senado, 2016. Disponível em: https://tinyurl.com/urveuazd. Acesso em: 21 out. 2024.
D´URSO, Clarice Maria de Jesus. CORRÊA, Flávio Antas. Cartilha de enfrentamento ao tráfico de pessoas. São Paulo: OAB-SP, 2017.
EVANGELISTA, Christiane Borges. Tráfico de pessoas para fins de exploração sexual. 2018, 47 fl. Monografia (Bacharelado em Direito) – Universidade Evangélica de Goiás, Anápolis, 2018.
HIGA, Desiree. Tráfico humano: aspectos sociais, culturais, econômicos e geográficos no âmbito dos direitos humanos e da ética e cidadania. Jus Brasil, 20 maio 2016. Disponível em: https://tinyurl.com/3snzbbe3. Acesso em: 21 out. 2024.
JESUS, Damásio. Tráfico internacional de mulheres e crianças. São Paulo: Saraiva, 2003.
LIMA, Paola. Tráfico de pessoas: exploração sexual e trabalho escravo, uma conexão alarmante no Brasil. Senado Notícias, 21 jul. 2023. Disponível em: https://tinyurl.com/38hhbvr8. Acesso em: 21 out. 2024.
MIRAGLIA, Lívia; HADDAD, Carlos; PINTO, Ana Luíza Nogueira; LINO, André Rezende Soares; FERNANDES, Samuel Almeida. Tráfico internacional de pessoas: crime em movimento, justiça em espera. Brasília-DF: CNJ, 2022.
MJSP. Ministério da Justiça e Segurança Pública. Tráfico de pessoas. 01 jun. 2022. Disponível em: https://tinyurl.com/bdz395hh. Acesso em: 21 out. 2024.
OKOTH, Kennedy. Mais da metade das crianças vítimas de tráfico são traficadas dentro de seus próprios países, segundo relatório da OIM – Harvard. OIM Brasil, 06 jul. 2023. Disponível em: https://tinyurl.com/5xazm2sk. Acesso em: 21 out. 2024.
SILVA, Bárbara Correia Florêncio et al. Tráfico humano: como funciona e como combatê-lo? Politize!, 2022. Disponível em: https://tinyurl.com/2cs7yr2f. Acesso em: 21 out. 2024.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Revista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Authors who publish in this journal agree to the following terms:
Authors retain copyright and grant the journal the right of first publication, with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution License, which permits the sharing of the work with proper acknowledgment of authorship and initial publication in this journal;
Authors are authorized to enter into separate, additional agreements for the non-exclusive distribution of the version of the work published in this journal (e.g., posting in an institutional repository or publishing it as a book chapter), provided that authorship and initial publication in this journal are properly acknowledged, and that the work is adapted to the template of the respective repository;
Authors are permitted and encouraged to post and distribute their work online (e.g., in institutional repositories or on their personal websites) at any point before or during the editorial process, as this may lead to productive exchanges and increase the impact and citation of the published work (see The Effect of Open Access);
Authors are responsible for correctly providing their personal information, including name, keywords, abstracts, and other relevant data, thereby defining how they wish to be cited. The journal’s editorial board is not responsible for any errors or inconsistencies in these records.
PRIVACY POLICY
The names and email addresses provided to this journal will be used exclusively for the purposes of this publication and will not be made available for any other purpose or to third parties.
Note: All content of the work is the sole responsibility of the author and the advisor.
