CONDICIONES, ORGANIZACIÓN Y RELACIONES SOCIOPROFESIONALES DEL TRABAJO EN LA SALUD Y EL BIENESTAR DE LOS EMPLEADOS: UNA REVISIÓN BIBLIOGRÁFICA
DOI:
https://doi.org/10.61164/q2mzgx67Palabras clave:
Enfermedad. Entorno laboral. Bienestar psicológico. Gestión y prevención.Resumen
Este estudio analizó las condiciones, la organización y las relaciones socioprofesionales del trabajo y su impacto en la salud y el bienestar de los funcionarios públicos, con énfasis en el contexto del Poder Judicial. Se realizó una revisión bibliográfica en las bases de datos SciELO y CAPES. Las combinaciones de términos utilizadas para la búsqueda de artículos fueron: enfermedad y entorno profesional, y bienestar psicológico y gestión o prevención. En total, se seleccionaron 13 estudios, incluyendo 4 tesis doctorales. Los resultados indican que la sobrecarga de trabajo, la falta de reconocimiento institucional, el acoso moral y la rigidez jerárquica son los principales elementos asociados con trastornos mentales comunes, ansiedad, depresión y síndrome de burnout. Se evidenció que el avance tecnológico y el teletrabajo, si bien promueven la flexibilidad, intensifican el aislamiento social y debilitan los vínculos profesionales. Se concluye que promover la salud mental en el servicio público requiere políticas institucionales integrales y permanentes centradas en la prevención, el apoyo y el reconocimiento de los funcionarios públicos. Entre las deficiencias observadas, destacan la escasez de estudios empíricos longitudinales y la ausencia de análisis interseccionales que consideren el género, la raza y las condiciones laborales específicas. Se recomienda que futuras investigaciones exploren el impacto de las políticas de salud mental y las prácticas de gestión humanizadas en el bienestar y la calidad de vida de los funcionarios públicos.
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