LA QUÍMICA DE LAS EMOCIONES EN EL PROCESO DE ENSEÑANZA-APRENDIZAJE: CONTRIBUCIONES DE LA NEUROCIENCIA A LA ENSEÑANZA DE LA QUÍMICA
DOI:
https://doi.org/10.61164/k4ye2y83Palabras clave:
Emociones, Neuroquímica, Enseñanza de la Química, Aprendizaje, NeurocienciaResumen
Las emociones desempeñan un papel fundamental en los procesos de aprendizaje, influyendo directamente en la atención, la memoria, la motivación y el compromiso de los estudiantes. En las últimas décadas, investigaciones en los ámbitos de la neurociencia y de la educación han evidenciado que dichas emociones están mediadas por complejos procesos neuroquímicos, que implican la liberación y regulación de neurotransmisores y hormonas que modulan el funcionamiento cognitivo. En este contexto, la enseñanza de la Química, tradicionalmente caracterizada por altos niveles de abstracción y por dificultades de aprendizaje, se presenta como un campo fértil para reflexiones que integren dimensiones cognitivas, emocionales y biológicas. Este artículo, de naturaleza teórica y reflexiva, analiza la química de las emociones y su relación con el proceso de enseñanza-aprendizaje, con énfasis en la enseñanza de la Química. Se abordan los roles de neurotransmisores como la dopamina, la serotonina, la noradrenalina, el GABA, la endorfina y la oxitocina, así como sus implicaciones en la atención, la memoria y el aprendizaje significativo. Finalmente, se discuten las contribuciones de este enfoque para la construcción de prácticas pedagógicas que favorezcan experiencias de aprendizaje emocionalmente positivas, señalando caminos para metodologías de enseñanza más integradoras y sensibles a las dimensiones emocionales de los estudiantes.
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Referencias
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