ESTUDIO FITOQUÍMICO DE LA MIEL DE Apis mellifera EN TRACUATEUA-PARÁ PROCEDENTE DE DOS ECOSISTEMAS

Autores/as

  • Caio Henrique Borges Lima Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Gustavo Valente Costa Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Maria Helena Holanda de Mendonça Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Caique Douglas Pantoja Gomes Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Karolina Carvalho de Souza Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Samantha Siqueira Pantoja Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Ewerton Carvalho de Souza Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)
  • Antonio dos Santos Silva Universidade Federal do Pará (UFPA) https://orcid.org/0000-0001-8567-2815

DOI:

https://doi.org/10.61164/d7pz3e57

Palabras clave:

Amazonía, Producto Animal, Producto Apícola, Sostenibilidad.

Resumen

La miel es un producto originario de las abejas, con diversos usos por la humanidad (cosmético,
alimentario, terapéutico, etc.), presente en las antiguas civilizaciones humanas y hasta nuestros
días. Este estudio investigó la influencia de los ecosistemas de manglares y bosques secundarios
en el perfil fitoquímico de las mieles producidas por Apis mellifera en el municipio de tracuateua,
pará. Los resultados mostraron diferencias significativas entre los ecosistemas para todos los
componentes fitoquímicos. Las mieles de bosques secundarios presentaron mayores niveles de
polifenoles totales, antocianinas y carotenoides, mientras que las de manglares exhibieron una
mayor concentración de flavonoides, posiblemente debido al estrés ambiental de este bioma,
marcado por la salinidad y las variaciones hídricas. A pesar de esto, los niveles de metabolitos
encontrados son insuficientes para caracterizar la miel como fuente primaria de estos compuestos
en la dieta, pero refuerzan su potencial como suplemento alimenticio. Los análisis multivariados
(PCA y AHA) discriminaron claramente el origen ecológico de las muestras, destacando la influencia
de la diversidad floral local. Se concluye que el ecosistema juega un papel decisivo en la
composición fitoquímica de las mieles, y que la combinación de análisis de laboratorio y
herramientas estadísticas es eficaz para caracterizar su origen.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Caio Henrique Borges Lima, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduando em Farmácia.

  • Gustavo Valente Costa, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduando em Farmácia (UFPA)

  • Maria Helena Holanda de Mendonça, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduanda em Farmácia (UFPA).

  • Caique Douglas Pantoja Gomes, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduando em Farmácia (UFPA).

  • Karolina Carvalho de Souza, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduanda em Farmácia (UFPA)

  • Samantha Siqueira Pantoja, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Doutora em Físico-Química pela UFPA. Técnica de Laboratório da Faculdade de Farmácia da UFPA.

  • Ewerton Carvalho de Souza, Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)

    Doutor em Química Analítica pela UFPA e professor da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), campus Belém.

  • Antonio dos Santos Silva, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduado em Física (bacharelado: 1996; licenciatura: 1997); Química (licenciatura: 2002; industrial: 2010) e Estatística (bacharelado: 2019); Mestre em Física (1999) e em Química (2010); Doutor em Química (2020) pela UFPA. Trabalhou na educação básica (SEDUC-PA) de 2000 a 2011. Atuamente é Professor Adjunto IV da Faculdade de Farmácia da UFPA, desde 2011, onde leciona Matemática, Bioestatística, Física Geral, Química Geral, Análise Farmacêutica, entre outras disciplinas. Coordenador do Laboratório de Física Aplicada à Farmácia (LAFFA) da UFPA.

Referencias

A.B.E.L.H.A. Qual distância uma abelha percorre para coletar alimento nas

flores? - A.B.E.L.H.A. Disponível em: <https://abelha.org.br/faq/28-qual-distancia-

uma-abelha-percorre-para-coletar-nectar/>. Acesso em: 28 jul. 2025.

ANVISA. Resolução RDC Nº 360, de 23 de dezembro de 2003. Regulamento

Técnico sobre Rotulagem Nutricional de Alimentos Embalados. Diário Oficial

da União, Brasília, DF, 23 dez, 2003.

APIS mellifera. In: Horto Botânico | Museu Nacional – UFRJ, 2025. Disponível em:

https://www.museunacional.ufrj.br/hortobotanico/abelhas/apismellifera.html. Acesso

em: 24 nov. 2025.

ARNASON, J. T.; MATA, R.; ROMEO, J. T. (EDS.). Phytochemistry of Medicinal

Plants. Boston, MA: Springer US, 1995.

BACAXIXI, P. et al. A importância da apicultura no Brasil. Revista Científica

Eletrônica de Agronomia, v. 10, n. 20, p. 1-6, 2011. DOI: https://doi.org/10.5329/RECADM.20111002002

BÖHM, V. et al. From carotenoid intake to carotenoid blood and tissue

concentrations – implications for dietary intake recommendations. Nutrition

Reviews, v. 79, n. 5, p. 544–573, 7 ago. 2020.

BRAZ FILHO, R. Contribuição da fitoquímica para o desenvolvimento de um país

emergente. Química Nova, v. 33, p. 229-239, 2010. DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-40422010000100040

BROEKMANS, W. M. R. et al. Fruits and Vegetables Increase Plasma Carotenoids

and Vitamins and Decrease Homocysteine in Humans. The Journal of Nutrition, v.

130, n. 6, p. 1578–1583, 1 jun. 2000.

BURKHOLDER-COOLEY, N. M. et al. Validating polyphenol intake estimates from a

food-frequency questionnaire by using repeated 24-h dietary recalls and a unique

method-of-triads approach with 2 biomarkers. The American Journal of Clinical

Nutrition, v. 105, n. 3, p. 685–694, 25 jan. 2017. DOI: https://doi.org/10.3945/ajcn.116.137174

CHAN-KEB, C. A. et al. Salinity as an Inducer of Antioxidant Activity Exerted by

Mangrove Species from Campeche, Mexico. Plants, v. 14, n. 5, p. 800–800, 4 mar.

2025.

COUTO, R. H. N. & COUTO, L. A. Apicultura: Manejo e produtos. 2. ed.

Jaboticabal: FUNEP, 191 p., 2002.

DE CAMARGO, R. C. R. et al. Mel: características e propriedades. Embrapa

Meio-Norte, 2006.

DE GOUVEIA MENDES, C. et al. As análises de mel: revisão. Revista Caatinga, v.

22, n. 2, 2009.

DOSEDĚL, M. et al. Vitamin C—Sources, Physiological Role, Kinetics, Deficiency,

Use, Toxicity, and Determination. Nutrients, v. 13, n. 2, 13 fev. 2021.

EMBRAPA. Manual de laboratório: análises físico-químicas de frutas e mandioca.

Cap. XIV, p. 225. Cruz das Almas – Bahia, 2010.

GROSSO, G. et al. Dietary Flavonoid and Lignan Intake and Mortality in

Prospective Cohort Studies: Systematic Review and Dose-Response Meta-

Analysis. American Journal of Epidemiology, v. 185, n. 12, p. 1304–1316, 3 maio

2017.

HAJEER, W. et al. Recent advances in carotenoid absorption, distribution, and

elimination. Biochimica et Biophysica Acta (BBA) - Molecular and Cell Biology

of Lipids, p. 159619, 28 abr. 2025.

KIVRAK, Ş.; KIVRAK, İ. Assessment of phenolic profile of Turkish

honeys. International Journal of Food Properties, v. 20, n. 4, p. 864–876, 17 jun.

2016.‌

KONSTANTINIDI, M.; KOUTELIDAKIS, A. E. Functional Foods and Bioactive

Compounds: A Review of Its Possible Role on Weight Management and Obesity’s

Metabolic Consequences. Medicines, v. 6, n. 3, 9 set. 2019.

LYKKESFELDT, J.; TVEDEN-NYBORG, P. The Pharmacokinetics of Vitamin

C. Nutrients, v. 11, n. 10, p. 2412, 9 out. 2019. DOI: https://doi.org/10.3390/nu11102412

MANACH, C. et al. Polyphenols: food sources and bioavailability. The American

Journal of Clinical Nutrition, v. 79, n. 5, p. 727–747, 1 maio 2004. DOI: https://doi.org/10.1093/ajcn/79.5.727

MANACH, C.; DONOVAN, J. L. Pharmacokinetics and metabolism of dietary

flavonoids in humans. Free Radical Research, v. 38, n. 8, p. 771–785, 1 ago. 2004. DOI: https://doi.org/10.1080/10715760410001727858

MANGUEZAIS. In: Ministério do Meio ambiente e Mudança do Clima, 2024.

Disponível em: https://www.gov.br/mma/pt-br/assuntos/biodiversidade-e-

biomas/biomas-e-ecossistemas/ecossistemas-costeiros-e-marinhos/manguezais.

Acesso em: 24 nov. 2025.

MARTINHO, C. et al. Apicultura: revisão de literatura. Revista Lusófona de

Ciência e Medicina Veterinária, v. 12, p. 1-17, 2022.

MENIN, M. Amazônia: diversidade biológica e história geológica. Reptilia, v. 708, p.

273, 2007.

NAGATA, M.; YAMASHITA, I. Simple Method for Simultaneous Determination of

Chlorophyll and Carotenoids in Tomato Fruit. Nippon Shokuhin Kogyo Gakkaishi,

v. 39, n. 10, p. 925–928, 1992. DOI: https://doi.org/10.1038/nbt0892-928

OLIVEIRA, M. L. D.; CUNHA, J. A. Abelhas africanizadas Apis mellifera scutellata

Lepeletier, 1836 (Hymenoptera: Apidae: Apinae) exploram recursos na floresta

amazônica? Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. Coordenação de

Pesquisas em Entomologia. Manaus, v. 35. n. 3, p. 389 – 394, 2005.

PEREIRA, C. A.; VIEIRA, I. C. G.. A importância das florestas secundárias e os

impactos de sua substituição por plantios mecanizados de grãos na

Amazônia. Interciência, v. 26, n. 8, p. 337-341, 2001. DOI: https://doi.org/10.1053/rapm.2001.23932

REIS, J. F. et al. Action mechanism and cardiovascular effect of anthocyanins: a

systematic review of animal and human studies. Journal of Translational

Medicine, v. 14, n. 1, 15 nov. 2016.

ROSA, A. G. DA et al. Estudo climatológico dos eventos extremos de precipitação

no município de Tracuateua, PA (Brasil). Revista Ibero-Americana de Ciências

Ambientais, v. 12, n. 1, p. 192–201, 15 set. 2020. DOI: https://doi.org/10.6008/CBPC2179-6858.2021.001.0016

SALGUEIRO, F. B. et al. PHENOLIC COMPOSITION AND ANTIOXIDANT

PROPERTIES OF BRAZILIAN HONEYS. Química Nova, 2014.

SCALBERT, A.; JOHNSON, I. T.; SALTMARSH, M. Polyphenols: antioxidants and

beyond. The American journal of clinical nutrition, v. 81, n. 1 Suppl, p.

215S217S, 2005.

SKIBOLA, C. F.; SMITH, M. T. Potential health impacts of excessive flavonoid

intake. Free Radical Biology & Medicine, v. 29, n. 3-4, p. 375–383, 1 ago. 2000. DOI: https://doi.org/10.1016/S0891-5849(00)00304-X

Um Só Planeta. Dia Mundial dos Manguezais: 10 fatos sobre estes importantes

ecossistemas que conectam terra e água. Disponível em:

https://umsoplaneta.globo.com/biodiversidade/noticia/2024/07/26/dia-mundial-dos-

manguezais-10-fatos-sobre-estes-importantes-ecossistemas-que-conectam-terra-e-

agua.ghtml. Acesso em: 24 nov 2025

VALE, G. N. et al. Investigação da Influência de Ecossistemas em Variáveis Físico-

Químicas de Mel de Apis mellifera do Pará. REVISTA FISIO&TERAPIA, v. 29, p.

18-19, 2025.

VEREDIANO, T. A. et al. Effects of Anthocyanin on Intestinal Health: A Systematic

Review. Nutrients, v. 13, n. 4, p. 1331, 17 abr. 2021. DOI: https://doi.org/10.3390/nu13041331

VIEIRA, S. Bioestatística: Tópicos Avançados. São Paulo: Campus editora, 2004.

VIEIRA, S. Introdução à Bioestatística. 6ª ed. Rio de Janeiro: GEN Guanabara

Koogan, 2021.

VIEIRA, I. C. G.; PROCTOR, J. Mechanisms of plant regeneration during

succession after shifting cultivation in eastern Amazonia. Plant Ecology, v. 192, n.

2, p. 303–315, 15 jul. 2007. DOI: https://doi.org/10.1126/science.315.5810.303b

VOGIATZOGLOU, A. et al. Flavonoid Intake in European Adults (18 to 64 Years).

PLOS ONE, v. 10, n. 5, p. e0128132, 26 maio 2015. DOI: https://doi.org/10.1371/journal.pone.0128132

Publicado

2026-01-30

Cómo citar

ESTUDIO FITOQUÍMICO DE LA MIEL DE Apis mellifera EN TRACUATEUA-PARÁ PROCEDENTE DE DOS ECOSISTEMAS. (2026). Revista Multidisciplinar Do Nordeste Mineiro, 1(03), 1-22. https://doi.org/10.61164/d7pz3e57