ESTUDIO FITOQUÍMICO DE LA MIEL DE Apis mellifera EN TRACUATEUA-PARÁ PROCEDENTE DE DOS ECOSISTEMAS
DOI:
https://doi.org/10.61164/d7pz3e57Palabras clave:
Amazonía, Producto Animal, Producto Apícola, Sostenibilidad.Resumen
La miel es un producto originario de las abejas, con diversos usos por la humanidad (cosmético,
alimentario, terapéutico, etc.), presente en las antiguas civilizaciones humanas y hasta nuestros
días. Este estudio investigó la influencia de los ecosistemas de manglares y bosques secundarios
en el perfil fitoquímico de las mieles producidas por Apis mellifera en el municipio de tracuateua,
pará. Los resultados mostraron diferencias significativas entre los ecosistemas para todos los
componentes fitoquímicos. Las mieles de bosques secundarios presentaron mayores niveles de
polifenoles totales, antocianinas y carotenoides, mientras que las de manglares exhibieron una
mayor concentración de flavonoides, posiblemente debido al estrés ambiental de este bioma,
marcado por la salinidad y las variaciones hídricas. A pesar de esto, los niveles de metabolitos
encontrados son insuficientes para caracterizar la miel como fuente primaria de estos compuestos
en la dieta, pero refuerzan su potencial como suplemento alimenticio. Los análisis multivariados
(PCA y AHA) discriminaron claramente el origen ecológico de las muestras, destacando la influencia
de la diversidad floral local. Se concluye que el ecosistema juega un papel decisivo en la
composición fitoquímica de las mieles, y que la combinación de análisis de laboratorio y
herramientas estadísticas es eficaz para caracterizar su origen.
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