MIEL DE ABEJA URUÇU AMARELA (MELIPONA FLAVOLINEATA) DE PARÁ:UN ESTUDIO COMPARATIVO ENTRE DOS LOCALIDADES PRODUCTORAS

Autores/as

  • Leonardo Vinicius Araújo Pasini Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Caique Douglas Pantoja Gomes Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Gustavo Valente Costa Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Leandro Souza de Miranda Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Lívia Yukari de Souza Oeda Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Sanderson Breno Palheta Corrêa Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Ewerton Carvalho de Souza Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)
  • Antonio dos Santos Silva Universidade Federal do Pará (UFPA) https://orcid.org/0000-0001-8567-2815

DOI:

https://doi.org/10.61164/vb819w63

Palabras clave:

Miel, Uruçu Amarela, Melipona flavolineata, Fisicoquímica, Pará

Resumen

Desde la prehistoria, la miel se há utilizado como alimento y medicina. Inicialmente extraída de
forma agresiva, su producción evolucionó com técnicas sostenibles y colmenas racionales, dando
origen a la apicultura y preservando los enjambres. Este estudio tuvo como objetivo comparar las
propiedades fisicoquímicas de la miel producida por la abeja sin aguijón Uruçu Amarela (Melipona
flavolineata) em dos localidades del estado de Pará: Santarém y Bragança, así como investigar la
variación de parámetros de calidad y evaluar la posibilidad de distinguir las muestras mediante
análisis estadísticos multivariados. Se recolectaron veinte muestras, diez de cada municipio. Los
análisis incluyeron pH, conductividad eléctrica, densidad, humedad, sólidos solubles totales (SST),
acidez y viscosidad, realizados según metodologías oficiales. Los resultados revelaron diferencias
significativas entre las dos regiones: las muestras de Santarém presentaron pH más ácido, mayor
humedad y acidez, mientras que las de Bragança mostraron mayores valores de SST, densidad y
viscosidad. Los análisis multivariados demostraron que las características fisicoquímicas permitieron
distinguir claramente las muestras según su origen geográfico, formando dos grupos bien definidos.
El estudio concluye que, aunque todas las muestras presentan buena calidad, existe uma variación
relevante entre las regiones productoras, influenciada por factores ambientales y florales. También
destacase la ausencia de estándares específicos para las mieles de abejas sin aguijón, lo que refuerza la necesidad de más investigaciones para la estandarización de la calidad y la regulación
comercial del producto.

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Biografía del autor/a

  • Leonardo Vinicius Araújo Pasini, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduando em Farmácia.

  • Caique Douglas Pantoja Gomes, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduando em Farmácia.

  • Gustavo Valente Costa, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduando em farmácia.

  • Leandro Souza de Miranda, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduando em Farmácia.

  • Lívia Yukari de Souza Oeda, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduanda em Farmácia.

  • Sanderson Breno Palheta Corrêa, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduando em Farmácia.

  • Ewerton Carvalho de Souza, Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)

    Doutor em Química Analítica pela UFPA, e professor da UFRA

  • Antonio dos Santos Silva, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduado em Física (bacharelado: 1996; licenciatura: 1997); Química (licenciatura: 2002; industrial: 2010) e Estatística (bacharelado: 2019); Mestre em Física (1999) e em Química (2010); Doutor em Química (2020) pela UFPA. Trabalhou na educação básica (SEDUC-PA) de 2000 a 2011. Atuamente é Professor Adjunto IV da Faculdade de Farmácia da UFPA, desde 2011, onde leciona Matemática, Bioestatística, Física Geral, Química Geral, Análise Farmacêutica, entre outras disciplinas. Coordenador do Laboratório de Física Aplicada à Farmácia (LAFFA) da UFPA.

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Publicado

2026-01-30

Cómo citar

MIEL DE ABEJA URUÇU AMARELA (MELIPONA FLAVOLINEATA) DE PARÁ:UN ESTUDIO COMPARATIVO ENTRE DOS LOCALIDADES PRODUCTORAS. (2026). Revista Multidisciplinar Do Nordeste Mineiro, 1(03), 1-20. https://doi.org/10.61164/vb819w63