Cuando el portal no es suficiente: transparencia ceremonial y legitimidad en la Región Geográfica Inmediata Amarante–Água Branca–Regeneração

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.66104/khrpev93

Palabras clave:

Adopción Ceremonial, Gestión Municipal, Ley de Acceso a la Información, Legitimidad, Programa Nacional de Transparencia Pública

Resumen

El presente estudio analiza la transparencia activa en los seis municipios más poblados de la Región Geográfica Inmediata Amarante–Água Branca–Regeneração (Piauí, Brasil), desde la perspectiva del Programa Nacional de Transparencia Pública (PNTP). Con un enfoque cuantitativo-explicativo, se utilizó el análisis documental de los portales de transparencia en 2024 y una Regresión Lineal Múltiple de carácter exploratorio. Los resultados revelan una marcada heterogeneidad: mientras Amarante alcanzó un nivel Alto de transparencia, municipios como Palmeirais permanecieron en el nivel Inicial. El análisis estadístico indicó que las variables socioeconómicas (PIB, IDH y población) no explican las variaciones de desempeño en este recorte. Se sugiere que los altos índices se derivan de estrategias orientadas a la búsqueda de Legitimidad Institucional ante la sociedad y los órganos de control, mientras que los bajos desempeños reflejan una Adopción Ceremonial (formalismo), en la que la mera existencia del portal no garantiza la usabilidad ni el acceso efectivo, generando una ilusión de transparencia. Se concluye que, en municipios pequeños, la voluntad política y la capacidad administrativa prevalecen sobre los factores económicos en la determinación de la transparencia pública y que, a pesar de una legislación consolidada, la implementación práctica de la transparencia en municipios de pequeño porte aún enfrenta obstáculos significativos.

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Biografía del autor/a

  • João Victor Ribeiro Vilanova, Universidade Federal do Piauí

    Mestrando em Administração Pública pela Universidade Federal do Piauí (PROFIAP/UFPI), graduado em Administração pela Universidade Federal do Piauí, Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Piauí, Campus Oeiras (IFPI/CAOEI).

    São Gonçalo do Piauí, Piauí, Brasil

  • Léia Lima Soares, Universidade Federal do Piauí

    Doutora e Mestra em Políticas Públicas (UFPI), Professora da Universidade Federal do Piauí vinculada ao Departamento de Serviço Social, ao Programa de Mestrado Profissional em Administração Pública (PROFIAP) e ao Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas (PPGPP).

    Teresina, Piauí, Brasil.

  • Jedeias de Amorim Junior, Universidade Federal do Piauí

    Mestrando em Administração Pública pela Universidade Federal do Piauí (PROFIAP/UFPI), Especialista em Administração e Logística pela UNINTER, Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Piauí, Administrador na Universidade Federal do Piauí, Campus Teresina (UFPI/ CMPP).

    Teresina, Piauí, Brasil

  • Breno Jucá Barbosa, Universidade Federal do Piauí

    Mestrando em Administração Pública pela Universidade Federal do Piauí (PROFIAP/UFPI), graduado em Biblioteconomia pela Universidade Estadual do Piauí, Bibliotecário da Biblioteca Setorial do Campus Amílcar Ferreira Sobral - Universidade Federal do Piauí, Campus Floriano (UFPI/CAFS).

    Teresina, Piauí, Brasil.

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Publicado

2026-02-19

Cómo citar

Cuando el portal no es suficiente: transparencia ceremonial y legitimidad en la Región Geográfica Inmediata Amarante–Água Branca–Regeneração. (2026). REMUNOM, 2(02), 1-30. https://doi.org/10.66104/khrpev93