LA ESTRATEGIA DE SALUD DE LA FAMILIA COMO INSTRUMENTO DE PROMOCIÓN DE LA EQUIDAD EN CONTEXTOS DE VULNERABILIDAD SOCIAL
DOI:
https://doi.org/10.66104/775zsw53Palabras clave:
Estrategia de Salud de la Familia; Atención Primaria de Salud; Equidad en Salud; Vulnerabilidad Social; Sistema Único de Salud.Resumen
La Estrategia de Salud de la Familia (ESF) constituye el principal modelo organizador de la Atención Primaria de Salud (APS) en Brasil y desempeña un papel central en la consolidación del Sistema Único de Salud (SUS). Este estudio tuvo como objetivo analizar la ESF como instrumento de promoción de la equidad en contextos de vulnerabilidad social. Se trata de una revisión de literatura con enfoque cualitativo y carácter descriptivo-analítico, realizada en las bases SciELO, BVS, LILACS y Portal CAPES, incluyendo publicaciones nacionales entre 2008 y 2025. Se seleccionaron artículos que abordaran la relación entre la ESF, las desigualdades en salud y la vulnerabilidad social. Los resultados evidencian que la expansión de la cobertura de la ESF ocurrió de manera territorializada y con mayor concentración en poblaciones de bajos ingresos, menor nivel educativo y sin seguro de salud privado, lo que indica un carácter redistributivo. Los estudios demuestran asociación entre mayor cobertura y reducción de hospitalizaciones por condiciones sensibles a la atención primaria, disminución de la mortalidad infantil y mejora en la calidad del control prenatal, con impactos más expresivos en municipios socialmente vulnerables. Estos hallazgos indican que la ESF contribuye no solo a ampliar el acceso, sino también a reducir desigualdades en los resultados en salud. Sin embargo, la sostenibilidad de la equidad depende de la consolidación de los atributos de la APS, como la longitudinalidad, la coordinación del cuidado y el vínculo territorial, además de financiamiento adecuado y estabilidad normativa. Se concluye que la ESF representa un instrumento estratégico para la promoción de la justicia social en salud, aunque su efectividad está condicionada al fortalecimiento institucional y al compromiso continuo con los principios del SUS.
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