ABANDONO AFECTIVO PARENTAL Y RESPONSABILIDAD CIVIL: FUNDAMENTOS JURÍDICOS DE LA REPARACIÓN POR DAÑOS EMOCIONALES

Autores/as

  • Aimée Ferreira D’Almeida Universidade Nilton Lins
  • Caroline Helena Logoin Ferreira Universidade Nilton Lins
  • Dienny Naiara da Silva Baltazar Universidade Nilton Lins
  • Érica Beatriz Maquiné Farias Faculdade Metropolitana de Manaus
  • Evellyne Rose Cazuza Corrêa Universidade Nilton Lins
  • Flávia da Silva Fernandes Universidade Nilton Lins
  • Gabrielle Neves de Souza Universidade Nilton Lins
  • Pedro Esteves Universidade Nilton Lins
  • Suany Fernandes Campelo Universidade Nilton Lins
  • Tayna Santana Soares Universidade Nilton Lins
  • Dimas Melo Gonçalves Faculdade Santa Tereza - Manaus https://orcid.org/0009-0007-1762-1515

DOI:

https://doi.org/10.66104/7sfqr581

Palabras clave:

abandono afectivo parental, daño moral, derecho de familia, niñez y adolescencia, responsabilidad civil.

Resumen

El abandono afectivo parental se ha consolidado como un tema relevante en el ámbito del derecho de familia, especialmente ante la ampliación de la protección jurídica otorgada a niños y adolescentes y la valorización del principio de la afectividad en las relaciones familiares. En este contexto, el presente estudio tiene como objetivo analizar los fundamentos jurídicos de la responsabilidad civil derivada del abandono afectivo parental, con énfasis en la posibilidad de reparación por daños emocionales. Para alcanzar este objetivo se realizó una revisión de la literatura basada en artículos científicos recientes que abordan el tema desde distintas perspectivas teóricas y jurídicas. La investigación se centró en el análisis de estudios que discuten el deber de cuidado parental, el reconocimiento del principio de la afectividad en el derecho de familia y los elementos jurídicos necesarios para la configuración de la responsabilidad civil en casos de abandono afectivo. Los resultados indican que la parentalidad implica responsabilidades que superan la provisión material, incluyendo el cuidado emocional, la convivencia familiar y el acompañamiento en el desarrollo de niños y adolescentes. Asimismo, se verificó que la responsabilidad civil en estos casos depende de la comprobación de la conducta omisiva del progenitor, de la existencia de daño emocional y del nexo causal entre la omisión y el perjuicio sufrido por la víctima. Se concluye que el reconocimiento jurídico del abandono afectivo parental como fundamento para la reparación civil representa un avance importante en la protección de los derechos de la niñez y contribuye al fortalecimiento de la comprensión jurídica de los deberes parentales en el derecho de familia contemporáneo.

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Biografía del autor/a

  • Dimas Melo Gonçalves , Faculdade Santa Tereza - Manaus

    Mestre em Engenharia de Processos pela UFPA, Especialista em Vigilância Sanitária e Qualidade dos Alimentos pela AVM-RJ, Graduado em Licenciatura em Química pela UNIASSELVI, Graduado no Curso Superior de Tecnologia em Alimentos pelo IFAM, Graduado no Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia pelo CIESA-AM e Graduando em Direito pela UNINILTONLINS. Atua como docente no Ensino Superior na Faculdade Santa Teresa e Fametro, consultor gastronômico, avaliador institucional e de curso do Conselho Estadual de Educação do Amazonas - CEE/AM. Suas competências e habilidades estão concentradas nas áreas de Gestão Educacional, Consultoria Gastronômica e Cozinha Industrial. Contribuiu para a criação do novo Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia 2024, sendo um dos quatro na história da educação brasileira. Possui Honra ao Mérito pela Força Aérea Brasileira e pela Câmara Municipal de Manaus.

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Publicado

2026-03-21

Cómo citar

ABANDONO AFECTIVO PARENTAL Y RESPONSABILIDAD CIVIL: FUNDAMENTOS JURÍDICOS DE LA REPARACIÓN POR DAÑOS EMOCIONALES. (2026). REMUNOM, 13(03), 1-24. https://doi.org/10.66104/7sfqr581