LEPRA EN LA ATENCIÓN PRIMARIA DE SALUD: DESAFÍOS PARA EL DIAGNÓSTICO PRECOZ, LA VIGILANCIA DE CONTACTOS Y LA PREVENCIÓN DE DISCAPACIDADES EN EL SISTEMA ÚNICO DE SALUD
DOI:
https://doi.org/10.66104/0mwnkq29Palabras clave:
Lepra, Atención Primaria de Salud, Diagnóstico precoz, Vigilancia epidemiológica, Discapacidades físicasResumen
La lepra sigue siendo una enfermedad tropical desatendida de gran relevancia sanitaria en Brasil, especialmente en territorios marcados por pobreza, desigualdades sociales, barreras de acceso y debilidades en la organización de la Atención Primaria de Salud (APS). El objetivo fue analizar las evidencias publicadas entre 2016 y 2026 sobre los desafíos para el diagnóstico precoz, la vigilancia de contactos y la prevención de discapacidades en el Sistema Único de Salud. Se realizó una revisión integrativa, reportada según las recomendaciones PRISMA 2020, con inclusión de estudios originales y documentos normativos relacionados con la APS brasileña. Los resultados muestran inseguridad clínica de los profesionales, acceso limitado, persistencia del estigma, vigilancia incompleta de contactos, desigualdades territoriales y fallas en la evaluación y el registro del grado de discapacidad física. Las intervenciones de educación permanente, la búsqueda activa, la coordinación entre la APS y los servicios de referencia, el autocuidado y el seguimiento longitudinal se mostraron fundamentales. Se concluye que el control de la lepra requiere fortalecer la capacidad resolutiva de la APS, integrar vigilancia y atención, mejorar la calidad de la información y priorizar territorios y poblaciones vulnerables.
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