FLUORETAÇÃO DAS ÁGUAS E A ODONTOLOGIA: O HISTÓRICO DA DESCOBERTA QUE MUDOU A PREVENÇÃO EM SAÚDE BUCAL
DOI:
https://doi.org/10.61164/8c9gfq98Palavras-chave:
Fluoretação, Saúde Pública, OdontologiaResumo
A fluoretação das águas de abastecimento público constitui uma das mais importantes estratégias coletivas de prevenção da cárie dentária em saúde pública. O presente estudo teve como objetivo analisar a construção histórica, científica e sanitária que levou à identificação das propriedades preventivas do flúor, sua incorporação como tecnologia de saúde coletiva e o processo de implantação do método no Brasil. Trata-se de estudo histórico-narrativo e documental, baseado em revisão narrativa da literatura científica, documentos normativos e publicações institucionais nacionais e internacionais. Os achados demonstram que a fluoretação não surgiu de uma busca direta por um agente anticariogênico, mas da interpretação progressiva de um efeito adverso, a fluorose dentária, observada em populações expostas a altos teores naturais de flúor na água. A partir de investigações epidemiológicas populacionais, estabeleceu-se uma relação dose-resposta que permitiu transformar um fenômeno patológico em intervenção preventiva segura e eficaz. No Brasil, a adoção ocorreu de forma lenta e heterogênea, condicionada por limitações institucionais, sanitárias e estruturais, sendo ampliada apenas com a consolidação de políticas públicas e do Sistema Único de Saúde. Observa-se, paralelamente, expressiva redução dos índices de cárie dentária ao longo das décadas, associada a um conjunto de ações preventivas, entre as quais a fluoretação mantém papel estratégico por seu caráter universal e equitativo. Conclui-se que a fluoretação das águas representa não apenas uma tecnologia preventiva, mas um exemplo paradigmático de transformação do conhecimento clínico em política pública de alcance populacional, dependente de vigilância contínua e compromisso estatal para sua sustentabilidade.
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