INTERAÇÕES AGONÍSTICAS ENTRE ABELHAS VISITANTES DA FLOR DE Solanum lycocarpum (SOLANACEAE)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.66104/1dra4b02

Palavras-chave:

Competição, Recursos florais, Visitantes florais, Sobreposição de nicho

Resumo

A demanda por recursos florais, o alto gasto energético durante o forrageamento e o número limitado de flores podem resultar em diferentes níveis de competição inter e intraespecífica entre abelhas. Este trabalho teve como objetivo estabelecer as categorias de interações intra e interespecíficas envolvendo espécies de abelhas durante o forrageamento nas flores de Solanum lycocarpum. A atividade de forrageamento das abelhas foi registrada por 12 dias, não necessariamente consecutivos, ao longo de todo o período de floração, entre 6:00 h e 17:15 h, nos primeiros 15 minutos de cada hora, totalizando 132 horas de observação. Foram registrados o número de flores visitadas e as interações agonísticas intra e interespecíficas. Foi realizada análise faunística para definir as classes, abundância, frequência, constância e dominância das espécies. Das 10 espécies de abelhas registradas, foram classificadas como constantes: Centris scopipes; Augochlora sp.; Augocloropsis sp.; Exomalopsis fulvofasciata; Bombus sp.; Oxaea flavescens. Foram registrados 401 encontros agressivos, contemplando diferentes interações agonísticas. Essas interações foram observadas apenas entre as espécies O. flavescens, E. fulvofasciata, Augochlora sp. e Augochloropsis sp. As espécies O. flavescens e E. fulvofasciata estiveram mais frequentemente envolvidas em combates nos quais saíram vencedoras, exercendo, assim, dominância em relação à área de forrageamento, sendo o “confronto na flor” a ação mais constante, tanto nas interações intra quanto interespecíficas. Acredita-se que a possível redução da disponibilidade de recursos na área, causada pelo desmatamento do fragmento florestal, possa ter contribuído para a intensificação da competição e dos conflitos entre as abelhas.

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Biografia do Autor

  • Valter Vieira Alves-Júnior, Universidade Federal da Grande Dourados

    Professor Adjunto na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Faculdade de Ciências Biológicas e Ambientais, Programa de Pós-Graduação em Entomologia e Conservação da Biodiversidade, Laboratório de Apicultura - Unidade II. Rodovia Dourados – Itahum, km12. CEP: 79.804-970, Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil. 

  • Leandro Pereira Polatto, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

    Professor colaborador na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Unidade de Ivinhema, Av. Brasil, 771, 79740-000, Ivinhema, MS. 

  • Jessica Amaral Henrique, Universidade Federal da Grande Dourados

    Bióloga egressa da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Faculdade de Ciências Biológicas e Ambientais, Programa de Pós-Graduação em Entomologia e Conservação da Biodiversidade, Laboratório de Apicultura - Unidade II. Rodovia Dourados – Itahum, km12. CEP: 79.804-970, Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil. 

  • Glaucia Almeida de Morais, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

    Professora adjunta na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Unidade de Ivinhema, Av. Brasil, 771, 79740-000, Ivinhema, MS. 

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Publicado

2026-02-19

Como Citar

INTERAÇÕES AGONÍSTICAS ENTRE ABELHAS VISITANTES DA FLOR DE Solanum lycocarpum (SOLANACEAE). (2026). REMUNOM, 2(02), 1-19. https://doi.org/10.66104/1dra4b02