ÁLGEBRA LINEAR E DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE CASO COM DISCENTE DE BAIXA VISÃO
DOI:
https://doi.org/10.66104/mf1kmt67Palavras-chave:
Cônicas., Inclusão, Deficiência visualResumo
Diante da inclusão de pessoas com deficiência (PCD) bem como com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), torna-se necessário que cada docente saia de sua zona de conforto no tocante ao ensinar, de maneira significativa e satisfatória, cada discente PCD ou TEA incluído. Como ensinar Álgebra Linear para discentes com deficiência visual incluídos em instituições de ensino superior? Este artigo apresenta um estudo de caso envolvendo duas turmas de Álgebra Linear (com o mesmo docente e 50 discentes matriculados em cada uma). Uma das turmas foi denominada turma de controle, dado que docente ensinou a disciplina de maneira costumeira. A outra turma, contando com um discente com TEA e uma discente com baixa visão – denominada turma colaboradora – teve aulas associadas por meio de ambiente virtual, não obstante aulas presenciais. O estudo traz a seguinte questão norteadora: De que forma adaptar (ou de forma acessível) conteúdos de cônicas e quadricas visando contemplar a aprendizagem tanto por pessoas com deficiência visual quanto por pessoas sem deficiência visual, haja vista discentes sem acuidade visual estarem incluídos em sala de aula regular? Usa e adapta a Sequencia Fedathi como apoio no percurso metodológico bem como acompanhar, de maneira contínua e continuada, discentes na turma colaboradora. Este artigo foca na discente com deficiência visual.
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