PERCEPÇÕES, ATITUDES E PRÁTICAS DE TREINADORES NO ATLETISMO PARALÍMPICO UNIVERSITÁRIO: UM ESTUDO NO PROJETO VIVA ATLETISMO

Autores

  • Leonan Gustavo Brito Lopes Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)
  • Alisson Vieira Costa Universidade Federal do Amapá
  • Demilto Yamaguchi da Pureza Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)
  • Marcela Fabiani Silva Dias Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)
  • Gizelly Coelho Guedes Universidade Federal do Amapá
  • Norma de Brito dos Santos Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)
  • Dilson Rodrigues Belfort Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

DOI:

https://doi.org/10.66104/ygt2bk54

Palavras-chave:

Atletismo Paralímpico, Esporte Adaptado, Educação Física Inclusiva, Extensão Universitária

Resumo

O presente estudo objetivou analisar as percepções, atitudes e práticas de treinadores e monitores universitários envolvidos no Projeto Viva Atletismo Paralímpico, vinculado à Universidade Federal do Amapá (UNIFAP). A investigação adota abordagem qualitativa, com delineamento descritivo-exploratório, e utilizou como instrumento de coleta de dados um questionário misto — composto por questões abertas e fechadas — aplicado à totalidade dos 14 monitores atuantes no projeto, selecionados por amostragem intencional. O corpus de dados proveniente das questões abertas foi submetido à Análise de Conteúdo, conforme a metodologia proposta por Bardin (1977), da qual emergiram quatro categorias analíticas: adaptação pedagógica, formação profissional, dificuldades estruturais e estratégias de inclusão. Os resultados evidenciaram que os monitores reconhecem a centralidade da individualização das práticas de treino, valorizam o vínculo interpessoal, a escuta ativa e o respeito às especificidades funcionais de cada atleta. Foram identificadas, contudo, limitações expressivas na formação inicial e lacunas na oferta de capacitação continuada, além de deficiências estruturais — como escassez de equipamentos adaptados, insuficiência de suporte interdisciplinar e carga horária aquém das necessidades pedagógicas. Conclui-se que o Projeto Viva Atletismo constitui um espaço formativo de relevância para o desenvolvimento profissional e humano dos monitores, ao mesmo tempo em que evidencia a necessidade de investimentos institucionais sistemáticos para fortalecer a qualidade e a sustentabilidade das práticas inclusivas no atletismo paralímpico universitário.

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Biografia do Autor

  • Leonan Gustavo Brito Lopes, Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

    Graduando em Educação Física pela Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

  • Demilto Yamaguchi da Pureza, Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

    Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP)

    Docente do Curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

  • Marcela Fabiani Silva Dias, Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

    Doutorando em Educação pela Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

    Docente pelo Governo do Estado do Amapá 

  • Gizelly Coelho Guedes, Universidade Federal do Amapá

    Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

    Docente do projeto Viva Atletismo na Universidade Federal do Amapá 

  • Norma de Brito dos Santos , Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

    Pedagoga pela Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

  • Dilson Rodrigues Belfort, Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

    Doutor em Enfermagem pela Universidade de São Paulo

    Docente do Curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

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Publicado

2026-05-15

Como Citar

PERCEPÇÕES, ATITUDES E PRÁTICAS DE TREINADORES NO ATLETISMO PARALÍMPICO UNIVERSITÁRIO: UM ESTUDO NO PROJETO VIVA ATLETISMO. (2026). REMUNOM, 13(09), 1-28. https://doi.org/10.66104/ygt2bk54