COMPARATIVE PHYSICAL-CHEMICAL EVALUATION OF JAMBU MEAD FROM TWO DIFFERENT FORMULATIONS

Authors

  • Josiane Silva da Silva Universidade Federal do Pará
  • Maysa Santos de Souza Universidade Federal do Pará
  • Yasmin Lobato Salgado Universidade Federal do Pará
  • Mateus Silva Araújo Universidade Federal do Pará
  • Robert Cândido da Silva Picanço dos Santo Universidade Federal do Pará
  • Lucas Piani Corrêa Universidade Federal do Pará
  • Ewerton Carvalho de Souza Universidade Federal Rural da Amazônia
  • Antonio dos Santos Silva Universidade Federal do Pará (UFPA) https://orcid.org/0000-0001-8567-2815

DOI:

https://doi.org/10.61164/ec0xk234

Keywords:

Amazon, Alcoholic Beverages, Honey Derivatives, Physical-Chemical Properties

Abstract

Honey is a product of animal origin, produced by honeybees from flower nectar and other plant secretions, which they collect and mature in the combs of their hives. Honey is widely consumed in Brazil and worldwide, both directly and indirectly, through many therapeutic and/or food products, such as mead, a fermented beverage obtained from bee honey, with or without the addition of agents that impart a specific flavor and aroma. The present work aimed to prepare a mead from bee honey of the Apis mellífera species, originating from a municipality in Pará, flavored with jambu flowers (Acmella oleracea), in two different formulations, according to the mass of jambu flower used, and to characterize the meads prepared from a physicochemical point of view, in addition to verifying the influence of the formulations on the physicochemical properties of the drinks produced. Established methodologies were used to determine pH, electrical conductivity, acidity, moisture, density, total soluble solids, ratio, viscosity, and alcohol content. Measurements were performed in triplicate for each sample and variable studied. The raw materials used, that is, honey and jambu flowers, presented good physicochemical quality and the three meads produced also presented good physicochemical quality, being drinks of high acidity, with pH between 3.78 and 3.99, which contributes to their stability against microorganisms, low alcohol content (between 8% and 10%), low viscosity (between 519.41 cSt and 340.00 cSt) and total soluble solids content (TSS) between 14.00º Brix and 18.53º Brix, therefore not being overly sweet drinks, which is confirmed by their ratios found, between 0.32 and 1.46. The investigated variables presented variation in their physicochemical properties according to the product formulation, and the three formulations can be considered of good physicochemical quality.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

  • Josiane Silva da Silva , Universidade Federal do Pará

    Graduanda em Farmácia.

  • Maysa Santos de Souza, Universidade Federal do Pará

    Graduanda em Farmácia.

  • Yasmin Lobato Salgado, Universidade Federal do Pará

    Graduada em Farmácia (Bacharelado).

  • Mateus Silva Araújo, Universidade Federal do Pará

    Graduando em Farmácia.

  • Robert Cândido da Silva Picanço dos Santo, Universidade Federal do Pará

    Graduado em Farmácia (bacharelado).

  • Lucas Piani Corrêa, Universidade Federal do Pará

    Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Química Medicinal e Modelagem Molecular (PPGQMMM) da UFPA.

  • Ewerton Carvalho de Souza, Universidade Federal Rural da Amazônia

    Doutor em Química Analítica pela UFPA e professor da UFRA.

  • Antonio dos Santos Silva, Universidade Federal do Pará (UFPA)

    Graduado em Física (bacharelado: 1996; licenciatura: 1997); Química (licenciatura: 2002; industrial: 2010) e Estatística (bacharelado: 2019); Mestre em Física (1999) e em Química (2010); Doutor em Química (2020) pela UFPA. Trabalhou na educação básica (SEDUC-PA) de 2000 a 2011. Atuamente é Professor Adjunto IV da Faculdade de Farmácia da UFPA, desde 2011, onde leciona Matemática, Bioestatística, Física Geral, Química Geral, Análise Farmacêutica, entre outras disciplinas. Coordenador do Laboratório de Física Aplicada à Farmácia (LAFFA) da UFPA.

References

ADOLFO LUTZ. Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz. Métodos químicos e físicos para análise de alimentos. 4. ed. São Paulo: IMESP, 2008.

AGUIAR, S. R. R. de; AMORIM, L. M.; NEGRÃO, C. A. B.; LIMA, C. H. B.; SOUZA, E. C. de; PANTOJA, S. S.; SILVA, A. dos S. FORMULAÇÃO E ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DE UM HIDROMEL SABOR DE JENIPAPO (Genipa americana L.). REVISTA FOCO, [S. l.], v. 18, n. 3, p. e8080, 2025. DOI: 10.54751/revistafoco.v18n3-113. Disponível em: https://ojs.focopublicacoes.com.br/foco/article/view/8080. DOI: https://doi.org/10.54751/revistafoco.v18n3-113

ALVES PEREIRA, K.; GOMES DE OLIVEIRA , Y.; DA COSTA ANTUNES, T. G.; LOPES FREIRE LÉO, A. PH do mel: um critério de qualidade negligenciado pela legislação brasileira. Caderno Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, [S. l.], v. 12, n. 1, 2023.

AMORIM, L. M.; RAMOS, L. A.; SERRA, M. R.; SANTOS, V. A. S.; PACHECO, B. S.; DIAS, L. M.; SOUZA, E. C. de; SILVA, A. dos S. ELABORAÇÃO DE HIDROMEL DE CUPUAÇU E CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA. REVISTA FOCO, [S. l.], v. 18, n. 6, p. e9063, 2025. DOI: 10.54751/revistafoco.v18n6-236. Disponível em: https://ojs.focopublicacoes.com.br/foco/article/view/9063. DOI: https://doi.org/10.54751/revistafoco.v18n6-236

AOAC - Association of Official Analytical Chemists. Official Methods of AOAC, Official Method 967.21. Washington, DC: AOAC International, 2000.

BARBOSA, L. P. et al. Características sensoriais e composição química do jambu (Acmella oleracea). Revista Brasileira de Plantas Medicinais, v. 22, n. 2, p. 127-134, 2020.

BOGDANOV, S. et al. Honey for nutrition and health: a review. Journal of the American College of Nutrition, v. 27, n. 6, p. 677–689, 2008. DOI: https://doi.org/10.1080/07315724.2008.10719745

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Decreto no 6.871, de 04 de junho de 2009. Regulamenta a Lei no 8.918, de 14 julho de 1994. Dispõe sobre a padronização, a classificação, o registro, a inspeção, a produção e a fiscalização de bebidas. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 5 jun. 2009.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa nº11 de 20 de outubro de 2000. Aprova o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Mel. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 de outubro de 2000.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa nº 34, de 29 de novembro de 2012. Aprova o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade das bebidas fermentadas: fermentado de fruta; fermentado de fruta licoroso; fermentado de fruta composto; sidra; hidromel; fermentado de cana; saquê ou sake. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 23 nov. 2012. Seção 1, p. 3.

CAC. CODEX ALIMENTARIUS COMMISSION. CODEX STAN 12: Revised Codex Standard for Honey, Standards and Standard Methods, Food and Agriculture Organization of The United Nations, v. 11, 2001. 7 p.

CASTRO, D. F. et al. Panorama da produção artesanal de hidromel no Brasil: desafios e oportunidades. Boletim Técnico de Bebidas, v. 9, n. 1, p. 44-51, 2022.

CECCHI, H. M. Fundamentos Práticos e Teóricos em Análise de Alimentos. 2ª Edição. Editora UNICAMP, 2003. DOI: https://doi.org/10.7476/9788526814721

COUTINHO, L. N. et al. Galhas e deformações em Jambu (Spilanthes oleraceae L.) causadas por Tecaphora spilanthes (Ustilaginales). Summa Phytopathology, v.32, n.3, p.283-5, 2006. DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-54052006000300013

DA SILVA, P. M. et al. Physicochemical and antioxidant properties of honey: a review. Food Chemistry, v. 196, p. 309–315, 2016. DOI: https://doi.org/10.1016/j.foodchem.2015.09.051

DIAS, D. R.; SCHWAN, R. F.; LIMA, L. C. O.. Metodologia para elaboração de fermentado de cajá (Spondias mombin L.). Food Science and Technology, v. 23, p. 342-350, 2003. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-20612003000300008

DO VALE, G. N. et al. INVESTIGAÇÃO DA INFLUÊNCIA DE ECOSSISTEMAS EM VARIÁVEIS FÍSICO-QUÍMICAS DE MEL DE APIS MELLÍFERA DO PARÁ, REVISTA FT, Ciências da Saúde, v. 29, n. 144, 2025. DOI: 10.69849/revistaft/pa10202503162018. DOI: https://doi.org/10.69849/revistaft/pa10202503162018

ESCUREDO, O. et al. Characterization of monofloral honeys based on phenolic, physicochemical and antioxidant properties. Food Chemistry, v. 138, n. 2–3, p. 571–577, 2013.

FERNANDES, Â. et al. Yeast selection for mead production based on physiological characteristics and analysis of volatile compounds. Fermentation, v. 5, n. 3, p. 56, 2019.

FERREIRA, C. R.; ALMEIDA, J. M. Tendências do consumo de bebidas artesanais no Brasil: o caso do hidromel. Revista de Negócios e Inovação, v. 6, n. 2, p. 88-95, 2021.

GILBERT, B.; ALVES, L. F.; FAVORETO, R. F. Acmella oleracea. In: Monografias de Plantas Medicinais Brasileiras e Aclimatadas: Volume II [online]. Rio de Janeiro: Abifisa; Editora FIOCRUZ, 2022, pp. 17-36. ISBN: 978-65-5708-177-8. https://doi.org/10.7476/9786557081778.0003. DOI: https://doi.org/10.7476/9786557081778.0003

GOMES, J. A. M. Tecnologia do hidromel: produção artesanal de bebida fermentada à base de mel. 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFV, 2010.

KOSTIĆ, M. et al. Production of mead: main challenges and perspectives. Fermentation, v. 7, n. 1, p. 13, 2021.

LOPES, L. F.. Avaliação de diferentes agentes clarificantes na redução de turbidez em hidromel. 2019. 26 p. Trabalho de Conclusão de Curso - Engenharia de Alimentos, Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2019.

LOPES, R. M. et al. Physical-chemical characterization of artisanal meads: parameters and sensory quality. Journal of Food Quality, v. 41, n. 6, e12458, 2018.

MATTIETTO, R. de A. et al. Tecnologia para obtenção artesanal de hidromel do tipo doce. Embrapa Amazônia Oriental. Comunicado técnico, v. 170, 2006.

MIRANDA, L. C. F. et al. Avaliação química, microbiológica e sensorial de jambu (Spilanthes oleracea L.) minimamente processado. A produção do conhecimento nas ciências da saúde: v. 1, 2019. DOI: https://doi.org/10.22533/at.ed.9821930041

MOREIRA, G. L. V. et al. MÉIS DE ABELHA EUROPEIA (APIS MELLÍFERA) E URUÇU BOCA – DE - RENDA (MELIPONA) DE MARABÁ-PARÁ: UMA COMPARAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA. REVISTA FT, Ciências da Saúde, v. 29, n. 143, 2025. DOI: 0.69849/revistaft/pa10202502221953. DOI: https://doi.org/10.69849/revistaft/pa10202502221953

NASCIMENTO, A. P. et al. Utilization of jambu in fermented beverages: potential and challenges. Food Research International, v. 141, p. 110148, 2021.

OLIVEIRA, F. R. et al. Bioeconomia e desenvolvimento regional: o papel das cadeias produtivas sustentáveis. Revista de Economia Sustentável, v. 10, n. 2, p. 45-57, 2023.

PEREIRA, E. A. et al. Avaliação físico-química e sensorial de hidromel artesanal em diferentes estágios de maturação. Revista Brasileira de Produtos Agroindustriais, v. 24, n. 2, p. 191–198, 2022.

PIRES, I. V.; DA SILVA, A. E.. Caracterização e capacidade antioxidante do jambu (Spilanthes oleracea L.) in natura procedente do cultivo convencional e de hidroponia. Brazilian Journal of Development, v. 6, n. 10, p. 74624-74636, 2020. DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv6n10-040

SANTOS, L. M.; PEREIRA, R. F. Bebidas artesanais e bioeconomia: desafios e oportunidades para o Brasil. Revista Brasileira de Desenvolvimento, v. 8, n. 1, p. 12-25, 2022.

SILVA, A. E. da. Jambu (Spilanthes oleracea Linn.) minimamente processado: compostos bioativos e caracterização físico-química, microbiológica e sensorial. 2015.

SILVA, E. C. A. et al. CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA FLOR DE HIBISCO (Rosasinensis L.) E FOLHAS DE LOURO (Laurus nobilis L.) UTILIZADOS COMO FITOTERÁPICOS E NO CONSUMO ALIMENTAR. In: III Congresso Brasileiro de Ciências da Saúde (Conbracis), Campina Grande-PB, 2018.

SILVA, M. J. et al. Propriedades antioxidantes e farmacológicas do jambu (Acmella oleracea). Ciência e Tecnologia de Alimentos, v. 41, e20201234, 2021.

SOUZA, F. F. et al. Bioactive compounds and antioxidant activity of jambu extracts. Food Chemistry, v. 242, p. 346–352, 2018.

ZAMORA, A. et al. Mead production: chemical and microbiological control during fermentation and maturation. Journal of Food Science and Technology, v. 57, n. 5, p. 1452–1460, 2020.

Published

2026-02-09

How to Cite

COMPARATIVE PHYSICAL-CHEMICAL EVALUATION OF JAMBU MEAD FROM TWO DIFFERENT FORMULATIONS. (2026). Revista Multidisciplinar Do Nordeste Mineiro, 2(01), 1-26. https://doi.org/10.61164/ec0xk234