EVALUACIÓN FÍSICOQUÍMICA COMPARATIVA DE LA HIDROMIEL DE JAMBU A PARTIR DE DOS FORMULACIONES DIFERENTES
DOI:
https://doi.org/10.61164/ec0xk234Palabras clave:
Amazonía, Bebidas Alcohólicas, Derivados de la Miel, Propiedades FísicoquímicasResumen
La miel es un producto de origen animal, producido por las abejas a partir del néctar de las flores y otras secreciones vegetales, que recolectan y maduran en los pañales de sus colmenas. Su consumo es amplio en Brasil y en todo el mundo, tanto directa como indirectamente, a través de diversos productos terapéuticos o alimenticios, como el hidromiel, una bebida fermentada obtenida de la miel de abeja, con o sin la adición de agentes que le confieren un sabor y aroma específicos. El presente trabajo tuvo como objetivo preparar un hidromiel a partir de miel de abeja de la especie Apis mellífera, originaria de un municipio de Pará, aromatizado con flores de jambú (Acmella oleracea), en dos formulaciones diferentes, de acuerdo con la masa de flor de jambú utilizada, y caracterizar los hidromieles preparados desde el punto de vista fisicoquímico, además de verificar la influencia de las formulaciones en las propiedades fisicoquímicas de las bebidas producidas. Se emplearon metodologías establecidas para determinar pH, conductividad eléctrica, acidez, humedad, densidad, sólidos solubles totales, razón, viscosidad y contenido de alcohol. Las mediciones se realizaron por triplicado para cada muestra y variable estudiada. Las materias primas utilizadas, es decir, miel y flores de jambu, presentaron buena calidad fisicoquímica y los tres hidromieles producidos también presentaron buena calidad fisicoquímica, siendo bebidas de alta acidez, con pH entre 3,78 y 3,99, lo que contribuye a su estabilidad frente a microorganismos, bajo contenido de alcohol (entre 8% y 10%), baja viscosidad (entre 519,41 cSt y 340,00 cSt) y contenido de sólidos solubles totales (SST) entre 14,00º Brix y 18,53º Brix, por lo que no son bebidas excesivamente dulces, lo cual se confirma por sus razones encontradas, entre 0,32 y 1,46. Las variables investigadas presentaron variación en sus propiedades fisicoquímicas según la formulación del producto, pudiendo considerarse las tres formulaciones de buena calidad fisicoquímica.
Descargas
Referencias
ADOLFO LUTZ. Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz. Métodos químicos e físicos para análise de alimentos. 4. ed. São Paulo: IMESP, 2008.
AGUIAR, S. R. R. de; AMORIM, L. M.; NEGRÃO, C. A. B.; LIMA, C. H. B.; SOUZA, E. C. de; PANTOJA, S. S.; SILVA, A. dos S. FORMULAÇÃO E ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DE UM HIDROMEL SABOR DE JENIPAPO (Genipa americana L.). REVISTA FOCO, [S. l.], v. 18, n. 3, p. e8080, 2025. DOI: 10.54751/revistafoco.v18n3-113. Disponível em: https://ojs.focopublicacoes.com.br/foco/article/view/8080. DOI: https://doi.org/10.54751/revistafoco.v18n3-113
ALVES PEREIRA, K.; GOMES DE OLIVEIRA , Y.; DA COSTA ANTUNES, T. G.; LOPES FREIRE LÉO, A. PH do mel: um critério de qualidade negligenciado pela legislação brasileira. Caderno Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, [S. l.], v. 12, n. 1, 2023.
AMORIM, L. M.; RAMOS, L. A.; SERRA, M. R.; SANTOS, V. A. S.; PACHECO, B. S.; DIAS, L. M.; SOUZA, E. C. de; SILVA, A. dos S. ELABORAÇÃO DE HIDROMEL DE CUPUAÇU E CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA. REVISTA FOCO, [S. l.], v. 18, n. 6, p. e9063, 2025. DOI: 10.54751/revistafoco.v18n6-236. Disponível em: https://ojs.focopublicacoes.com.br/foco/article/view/9063. DOI: https://doi.org/10.54751/revistafoco.v18n6-236
AOAC - Association of Official Analytical Chemists. Official Methods of AOAC, Official Method 967.21. Washington, DC: AOAC International, 2000.
BARBOSA, L. P. et al. Características sensoriais e composição química do jambu (Acmella oleracea). Revista Brasileira de Plantas Medicinais, v. 22, n. 2, p. 127-134, 2020.
BOGDANOV, S. et al. Honey for nutrition and health: a review. Journal of the American College of Nutrition, v. 27, n. 6, p. 677–689, 2008. DOI: https://doi.org/10.1080/07315724.2008.10719745
BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Decreto no 6.871, de 04 de junho de 2009. Regulamenta a Lei no 8.918, de 14 julho de 1994. Dispõe sobre a padronização, a classificação, o registro, a inspeção, a produção e a fiscalização de bebidas. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 5 jun. 2009.
BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa nº11 de 20 de outubro de 2000. Aprova o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Mel. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 de outubro de 2000.
BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa nº 34, de 29 de novembro de 2012. Aprova o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade das bebidas fermentadas: fermentado de fruta; fermentado de fruta licoroso; fermentado de fruta composto; sidra; hidromel; fermentado de cana; saquê ou sake. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 23 nov. 2012. Seção 1, p. 3.
CAC. CODEX ALIMENTARIUS COMMISSION. CODEX STAN 12: Revised Codex Standard for Honey, Standards and Standard Methods, Food and Agriculture Organization of The United Nations, v. 11, 2001. 7 p.
CASTRO, D. F. et al. Panorama da produção artesanal de hidromel no Brasil: desafios e oportunidades. Boletim Técnico de Bebidas, v. 9, n. 1, p. 44-51, 2022.
CECCHI, H. M. Fundamentos Práticos e Teóricos em Análise de Alimentos. 2ª Edição. Editora UNICAMP, 2003. DOI: https://doi.org/10.7476/9788526814721
COUTINHO, L. N. et al. Galhas e deformações em Jambu (Spilanthes oleraceae L.) causadas por Tecaphora spilanthes (Ustilaginales). Summa Phytopathology, v.32, n.3, p.283-5, 2006. DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-54052006000300013
DA SILVA, P. M. et al. Physicochemical and antioxidant properties of honey: a review. Food Chemistry, v. 196, p. 309–315, 2016. DOI: https://doi.org/10.1016/j.foodchem.2015.09.051
DIAS, D. R.; SCHWAN, R. F.; LIMA, L. C. O.. Metodologia para elaboração de fermentado de cajá (Spondias mombin L.). Food Science and Technology, v. 23, p. 342-350, 2003. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-20612003000300008
DO VALE, G. N. et al. INVESTIGAÇÃO DA INFLUÊNCIA DE ECOSSISTEMAS EM VARIÁVEIS FÍSICO-QUÍMICAS DE MEL DE APIS MELLÍFERA DO PARÁ, REVISTA FT, Ciências da Saúde, v. 29, n. 144, 2025. DOI: 10.69849/revistaft/pa10202503162018. DOI: https://doi.org/10.69849/revistaft/pa10202503162018
ESCUREDO, O. et al. Characterization of monofloral honeys based on phenolic, physicochemical and antioxidant properties. Food Chemistry, v. 138, n. 2–3, p. 571–577, 2013.
FERNANDES, Â. et al. Yeast selection for mead production based on physiological characteristics and analysis of volatile compounds. Fermentation, v. 5, n. 3, p. 56, 2019.
FERREIRA, C. R.; ALMEIDA, J. M. Tendências do consumo de bebidas artesanais no Brasil: o caso do hidromel. Revista de Negócios e Inovação, v. 6, n. 2, p. 88-95, 2021.
GILBERT, B.; ALVES, L. F.; FAVORETO, R. F. Acmella oleracea. In: Monografias de Plantas Medicinais Brasileiras e Aclimatadas: Volume II [online]. Rio de Janeiro: Abifisa; Editora FIOCRUZ, 2022, pp. 17-36. ISBN: 978-65-5708-177-8. https://doi.org/10.7476/9786557081778.0003. DOI: https://doi.org/10.7476/9786557081778.0003
GOMES, J. A. M. Tecnologia do hidromel: produção artesanal de bebida fermentada à base de mel. 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFV, 2010.
KOSTIĆ, M. et al. Production of mead: main challenges and perspectives. Fermentation, v. 7, n. 1, p. 13, 2021.
LOPES, L. F.. Avaliação de diferentes agentes clarificantes na redução de turbidez em hidromel. 2019. 26 p. Trabalho de Conclusão de Curso - Engenharia de Alimentos, Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2019.
LOPES, R. M. et al. Physical-chemical characterization of artisanal meads: parameters and sensory quality. Journal of Food Quality, v. 41, n. 6, e12458, 2018.
MATTIETTO, R. de A. et al. Tecnologia para obtenção artesanal de hidromel do tipo doce. Embrapa Amazônia Oriental. Comunicado técnico, v. 170, 2006.
MIRANDA, L. C. F. et al. Avaliação química, microbiológica e sensorial de jambu (Spilanthes oleracea L.) minimamente processado. A produção do conhecimento nas ciências da saúde: v. 1, 2019. DOI: https://doi.org/10.22533/at.ed.9821930041
MOREIRA, G. L. V. et al. MÉIS DE ABELHA EUROPEIA (APIS MELLÍFERA) E URUÇU BOCA – DE - RENDA (MELIPONA) DE MARABÁ-PARÁ: UMA COMPARAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA. REVISTA FT, Ciências da Saúde, v. 29, n. 143, 2025. DOI: 0.69849/revistaft/pa10202502221953. DOI: https://doi.org/10.69849/revistaft/pa10202502221953
NASCIMENTO, A. P. et al. Utilization of jambu in fermented beverages: potential and challenges. Food Research International, v. 141, p. 110148, 2021.
OLIVEIRA, F. R. et al. Bioeconomia e desenvolvimento regional: o papel das cadeias produtivas sustentáveis. Revista de Economia Sustentável, v. 10, n. 2, p. 45-57, 2023.
PEREIRA, E. A. et al. Avaliação físico-química e sensorial de hidromel artesanal em diferentes estágios de maturação. Revista Brasileira de Produtos Agroindustriais, v. 24, n. 2, p. 191–198, 2022.
PIRES, I. V.; DA SILVA, A. E.. Caracterização e capacidade antioxidante do jambu (Spilanthes oleracea L.) in natura procedente do cultivo convencional e de hidroponia. Brazilian Journal of Development, v. 6, n. 10, p. 74624-74636, 2020. DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv6n10-040
SANTOS, L. M.; PEREIRA, R. F. Bebidas artesanais e bioeconomia: desafios e oportunidades para o Brasil. Revista Brasileira de Desenvolvimento, v. 8, n. 1, p. 12-25, 2022.
SILVA, A. E. da. Jambu (Spilanthes oleracea Linn.) minimamente processado: compostos bioativos e caracterização físico-química, microbiológica e sensorial. 2015.
SILVA, E. C. A. et al. CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA FLOR DE HIBISCO (Rosasinensis L.) E FOLHAS DE LOURO (Laurus nobilis L.) UTILIZADOS COMO FITOTERÁPICOS E NO CONSUMO ALIMENTAR. In: III Congresso Brasileiro de Ciências da Saúde (Conbracis), Campina Grande-PB, 2018.
SILVA, M. J. et al. Propriedades antioxidantes e farmacológicas do jambu (Acmella oleracea). Ciência e Tecnologia de Alimentos, v. 41, e20201234, 2021.
SOUZA, F. F. et al. Bioactive compounds and antioxidant activity of jambu extracts. Food Chemistry, v. 242, p. 346–352, 2018.
ZAMORA, A. et al. Mead production: chemical and microbiological control during fermentation and maturation. Journal of Food Science and Technology, v. 57, n. 5, p. 1452–1460, 2020.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Josiane Silva da Silva , Maysa Santos de Souza, Yasmin Lobato Salgado, Mateus Silva Araújo, Robert Cândido da Silva Picanço dos Santo, Lucas Piani Corrêa, Ewerton Carvalho de Souza, Antonio dos Santos Silva

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista;
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista, desde que adpatado ao template do repositório em questão;
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
- Os autores são responsáveis por inserir corretamente seus dados, incluindo nome, palavras-chave, resumos e demais informações, definindo assim a forma como desejam ser citados. Dessa forma, o corpo editorial da revista não se responsabiliza por eventuais erros ou inconsistências nesses registros.
POLÍTICA DE PRIVACIDADE
Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.
Obs: todo o conteúdo do trabalho é de responsabilidade do autor e orientador.

