PERSPECTIVES AND CHALLENGES OF INCLUSIVE EDUCATION THROUGH PHYSICAL ACTIVITY

Authors

DOI:

https://doi.org/10.66104/nzsngv71

Keywords:

Inclusive education, Physical activity, School Physical Education, Disability, Public policies

Abstract

Physical activity, within the context of school Physical Education, stands out as one of the most powerful instruments for promoting inclusive education, as it enables bodily experiences that transcend the biological dimension and connect with social, cultural, and political aspects of human development. The relevance of this pedagogical practice lies in its ability to foster equitable participation of students with disabilities, expanding opportunities for learning and coexistence in common environments. From a theoretical perspective, the analysis is grounded in critical and dialectical frameworks, which understand inclusion as a historical and social process, not limited to functional adaptation but linked to the transformation of school and curricular structures. In this sense, physical activity is conceived as a social practice that can contribute to the deconstruction of exclusionary paradigms and to the appreciation of diversity as a constitutive element of education. Nevertheless, the implementation of inclusion through physical activity faces contemporary challenges, such as insufficient teacher training, scarcity of specific public policies, and the persistence of biomedical conceptions of disability. Overcoming these obstacles requires a critical pedagogical approach capable of articulating theory and practice in favor of educational equity. Thus, this article highlights the need for institutional policies and continuous training that ensure the full participation of all subjects in the school environment, reaffirming physical activity as a structuring axis of inclusive education.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

  • Rodrigo Rios Faria de Oliveira, Universidade do Vale do Sapucaí

    Pós-doutor pela UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo. Doutor em Ciências da Linguagem, pela Universidade do Vale do Sapucaí. Mestre em Direito Civil pela Universidade Paulista. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Sul de Minas. Licenciatura em Filosofia. Licenciatura em Ciências Sociais. Licenciatura em Letras - Inglês. Licenciatura em Educação Física. Licenciatura em Ciências da Religião. Cursando Bacharelado em Teologia. Especialização na área do Direito do Trabalho; Especialização em Direito e Processo Tributário; Especialização em Direito Empresarial; Especialização em Direito Público, Especialização em Direito Administrativo; Especialização em Direito Médico e Hospitalar, Especialização em Filosofia e Direitos Humanos; Especialização em Direito Constitucional; Especialização em Docência em Educação Física; Especialização em Educação Física: motricidade e saúde e Especialização em Treinamento desportivo e Educação Física escolar. Especialização em Nutrição Esportiva e Treinamento Físico. Professor Permanente do PPGEDUCS - Doutorado e Mestrado - e Professor em cursos de graduação, na Universidade do Vale do Sapucaí - UNIVÁS. 

  • José Dias da Silva Neto, Universidade do Vale do Sapucaí

    Graduado em Odontologia pelo Instituto Superior de Ciências Letras e Artes de Três Corações - (1994), Especialista em Endodontia pela Universidade Federal de Alfenas - (1999), Mestre em Endodontia pela Universidade Federal de Alfenas - (2003), Doutor em Cirurgia Translacional pela Universidade Federal de São Paulo - (2010). É Reitor da Universidade do Vale do Sapucaí - UNIVÁS (2022 - atual), professor permanente do Programa de Pós-graduação Profissional em Ciências Aplicadas à Saúde - Mestrado e Doutorado da UNIVÁS e professor colaborador do Programa de Pós-graduação em Educação, Conhecimento e Sociedade - Mestrado e Doutorado da UNIVÁS. É professor do curso de Medicina da UNIVÁS e professor do curso de Odontologia da Universidade do Vale do Rio Verde (UNINCOR). Atuou como Pró-reitor de Pós-graduação e Pesquisa da UNIVÁS (2018-2022).

  • Juarez Luiz Abrão, Universidade do Vale do Sapucaí

    Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Educação, Conhecimento e Sociedade na Universidade Vale do Sapucaí (UNIVAS). Mestrado em Educação - Universidade Federal de Lavras (UFLA). Especializações - Esporte e Atividades Físicas Inclusivas para Pessoas com Deficiência - Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF); Docência com ênfase Educação Inclusiva - Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG); Treinamento Desportivo e Fisiologia - Escola de Educação Física de Cruzeiro (ESEFIC). Graduação em Educação Física - Universidade Vale do Rio Verde de Três Corações (UNINCOR). Professor Universitário do curso de Educação Física na Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS). Coordenador do Laboratório de Aptidão Física e Performance Humana - LAFIPE da UNIVÁS. Membro associado da Associação Brasileira de Atividade Motora Adaptada (SOBAMA), Técnico em Atletismo Paralímpico Nível III (CBP). Professor no Projeto Superando Desafios da Secretaria de Esporte da Prefeitura de Três Corações/MG.

References

ALMEIDA, Silvio Luiz de. Racismo estrutural. São Paulo: Pólen, 2019.

BERSCH, Rita. Tecnologia assistiva e educação inclusiva. Porto Alegre: Assistiva, 2017.

BRACHT, Valter. A constituição das teorias pedagógicas da educação física. Cadernos CEDES, Campinas, v. 19, n. 48, p. 69-88, 1999.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988.

BRASIL. Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Diário Oficial da União: Brasília, 2009.

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União: Brasília, 1996.

BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Diário Oficial da União: Brasília, 2015.

BRASIL. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, 2008.

BUTLER, Judith. Corpos que importam: os limites discursivos do “sexo”. São Paulo: n-1 edições, 2019.

CARVALHO, Rosita Edler. Educação inclusiva: com os pingos nos “is”. 5. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014.

CIDADE, Ruth Eugênia; FREITAS, Patrícia Silvestre. Educação física e inclusão: considerações para a prática pedagógica. Revista da Educação Física/UEM, Maringá, v. 13, n. 2, p. 35-41, 2002.

CRENSHAW, Kimberlé. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 10, n. 1, p. 171-188, 2002.

DARIDO, Suraya Cristina. Educação física na escola: questões e reflexões. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

DINIZ, Debora. O que é deficiência. São Paulo: Brasiliense, 2007.

FRASER, Nancy. Redistribuição, reconhecimento e participação: por uma concepção integrada de justiça. In: SOUZA, Jessé (org.). A desigualdade reexaminada. Belo Horizonte: UFMG, 2006. p. 225-247.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

GALVÃO FILHO, Teófilo Alves. Tecnologia assistiva: favorecendo o desenvolvimento e a aprendizagem em contextos educacionais inclusivos. Brasília: MEC, 2009.

GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

HADJI, Charles. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2001.

HONNETH, Axel. Luta por reconhecimento: a gramática moral dos conflitos sociais. São Paulo: Ed. 34, 2003.

KAPP, Karl M. The gamification of learning and instruction. San Francisco: Pfeiffer, 2012.

KOSIK, Karel. Dialética do concreto. 7. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011.

LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2013.

LINS, Bruno Rafael da Silva et al. A importância da atividade física na inclusão dos alunos com deficiência. Caruaru: Centro Universitário Tabosa de Almeida, 2019.

LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar: o que é? por quê? como fazer? São Paulo: Moderna, 2003.

MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12. ed. São Paulo: Hucitec, 2012.

NÓVOA, António. Professores: imagens do futuro presente. Lisboa: Educa, 2009.

ORLICK, Terry. Jogos cooperativos: o livro completo. São Paulo: Círculo do Livro, 1989.

PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Porto Alegre: Artmed, 1999.

PIOVESAN, Flávia. Direitos humanos e o direito constitucional internacional. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.

RIBEIRO, Daryane Rodrigues. Inclusão de alunos com deficiência física nas aulas de Educação Física: percepção dos professores. São João dos Patos: Universidade Estadual do Maranhão, 2025.

SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. 8. ed. Rio de Janeiro: WVA, 2010.

SAVIANI, Dermeval. História das ideias pedagógicas no Brasil. 4. ed. Campinas: Autores Associados, 2013.

SCIELO BRASIL. A Educação Física e o trabalho educativo inclusivo. Movimento, v. 24, n. 1, p. 12-18, jan./mar. 2018.

SOUZA, Jessé. A elite do atraso: da escravidão à Lava Jato. Rio de Janeiro: Leya, 2017.

VYGOTSKY, Lev S. A formação social da mente. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

Published

2026-05-04

How to Cite

PERSPECTIVES AND CHALLENGES OF INCLUSIVE EDUCATION THROUGH PHYSICAL ACTIVITY. (2026). REMUNOM, 13(08), 1-22. https://doi.org/10.66104/nzsngv71