PERSPECTIVAS Y DESAFÍOS DE UNA EDUCACIÓN INCLUSIVA A TRAVÉS DE LA ACTIVIDAD FÍSICA
DOI:
https://doi.org/10.66104/nzsngv71Palabras clave:
Educación inclusiva, Actividad física, Educación Física escolar, Discapacidad, Políticas públicasResumen
La actividad física, inserta en el contexto de la Educación Física escolar, constituye uno de los instrumentos más potentes para la promoción de la educación inclusiva, ya que posibilita experiencias corporales que trascienden la dimensión biológica y se articulan con aspectos sociales, culturales y políticos de la formación humana. La relevancia de esta práctica pedagógica reside en su capacidad de favorecer la participación equitativa de estudiantes con discapacidad, ampliando oportunidades de aprendizaje y convivencia en entornos comunes. Desde el punto de vista teórico, el análisis se fundamenta en referentes críticos y dialécticos, que comprenden la inclusión como un proceso histórico y social, no limitado a la adaptación funcional, sino vinculado a la transformación de las estructuras escolares y curriculares. En este sentido, la actividad física se concibe como práctica social que puede contribuir a la deconstrucción de paradigmas excluyentes y a la valorización de la diversidad como elemento constitutivo de la educación. Sin embargo, la efectivación de la inclusión mediante la actividad física enfrenta desafíos contemporáneos, como la insuficiente formación docente, la escasez de políticas públicas específicas y la persistencia de concepciones biomédicas sobre la discapacidad. La superación de estos obstáculos exige un enfoque pedagógico crítico, capaz de articular teoría y práctica en favor de la equidad educativa. Así, este artículo evidencia la necesidad de políticas institucionales y de formación continua que aseguren la participación plena de todos los sujetos en el espacio escolar, reafirmando la actividad física como eje estructurante de la educación inclusiva.
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