CONCRETO REFORZADO CON MACROFIBRAS DE POLIPROPILENO QUE CONTIENE INSUMOS BIOTECNOLÓGICOS
DOI:
https://doi.org/10.61164/96we2x76Palabras clave:
Bacillus subtilis, resistencia a la compresión, sostenibilidadResumen
El estudio evaluó el desempeño de concretos reforzados con macrofibras de polipropileno que contienen insumos biotecnológicos, utilizando microorganismos de los géneros Bacillus subtilis UFV S1 y Priestia megaterium CCT 7987 encapsulados en perlita expandida. Se analizaron seis tratamientos, con cinco repeticiones, bajo un diseño completamente aleatorizado (DCA), mediante ensayos mecánicos, físicos, químicos y microbiológicos. El análisis microbiológico a posteriori del producto comercial BACFOS® indicó una baja viabilidad microbiana en relación con la concentración declarada en la etiqueta del producto. La resistencia a la compresión a los 28 días varió entre 11,29 y 13,79 MPa, sin diferencias estadísticamente significativas entre los tratamientos. Los parámetros de pH y conductividad eléctrica del agua de inmersión reflejaron predominantemente efectos químicos de la matriz cementicia y de los reactivos añadidos, no siendo posible atribuir los resultados a la actividad biológica. Se concluye que, bajo las condiciones experimentales adoptadas, el material evaluado se comportó como un concreto modificado con aditivos minerales y químicos, reforzando la importancia del control microbiológico y de la validación previa de la viabilidad de las biocargas en estudios con enfoque biotecnológico.
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