CONCRETO REFORÇADO COM MACROFIBRAS DE POLIPROPILENO CONTENDO INSUMOS BIOTECNOLÓGICOS

Autores

  • Neiton Silva Machado Universidade Federal do Vale do São Francisco - Campus Ciências Agrárias - Colegiado de Engenharia Agronômica https://orcid.org/0000-0001-6049-2279
  • Emanuel Dantas Viana Universidade Federal do Vale do São Francisco – Univasf, Brasil
  • Bruno Coutinho Moreira Universidade Federal do Vale do São Francisco – Univasf, Brasil
  • Murillo Anderson Gonçalves Barbosa Centro Universitário UniFTC, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.61164/96we2x76

Palavras-chave:

Bacillus subtilis, resistência à compressão, sustentabilidade

Resumo

O estudo avaliou o desempenho de concretos reforçados com macrofibras de polipropileno contendo insumos biotecnológicos, utilizando microrganismos dos gêneros Bacillus subtilis UFV S1 e Priestia megaterium CCT 7987 encapsulados em perlita expandida. Seis tratamentos, com cinco repetições, em delineamento inteiramente casualizado (DIC), foram analisados por meio de ensaios mecânicos, físicos, químicos e microbiológicos. A análise microbiológica a posteriori do produto comercial BACFOS® indicou baixa viabilidade microbiana em relação à concentração declarada no rótulo. As resistências à compressão aos 28 dias variaram entre 11,29 e 13,79 MPa, sem diferenças estatisticamente significativas entre os tratamentos. Os parâmetros de pH e condutividade elétrica da água de imersão refletiram predominantemente efeitos químicos da matriz cimentícia e dos reagentes adicionados, não sendo possível atribuir os resultados à atividade biológica. Conclui-se que, nas condições experimentais adotadas, o material avaliado comportou-se como um concreto modificado com aditivos minerais e químicos, reforçando a importância do controle microbiológico e da validação prévia da viabilidade das biocargas em estudos com proposta biotecnológica.

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Publicado

2026-01-30

Como Citar

CONCRETO REFORÇADO COM MACROFIBRAS DE POLIPROPILENO CONTENDO INSUMOS BIOTECNOLÓGICOS. (2026). Revista Multidisciplinar Do Nordeste Mineiro, 1(03), 1-23. https://doi.org/10.61164/96we2x76