Lo que dicen los estudios sobre los Institutos Nacionales de Ciencia y Tecnología (INCTS): Una evaluación longitudinal (2010-2025)

Autores/as

  • Douglas Fraga Silveira Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
  • Betina Pakulski Souto Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
  • Giordano Ferreira Vargas Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
  • Diogo Onofre Gomes de Souza Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

DOI:

https://doi.org/10.66104/yfkg2287

Palabras clave:

DESIGUALDADES EN LA CIENCIA, COAUTORÍA CIENTÍFICA, CNPq, POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIENCIA, TECNOLOGÍA E INNOVACIÓN, IMPACTO BIBLIOMÉTRICO

Resumen

Este estudio analiza la trayectoria, los principales resultados cienciométricos y los impactos estructurales del Programa de Institutos Nacionales de Ciencia y Tecnología (INCT). A partir de una revisión bibliográfica, examina la expansión del Programa desde la convocatoria de 2014 hasta el ciclo más reciente, marcado por una inversión récord y un aumento en el número de institutos. Los resultados indican un aumento significativo de la productividad científica, la internacionalización y la densidad de redes de colaboración, así como una contribución relevante a la formación de recursos humanos altamente cualificados y a la consolidación de ecosistemas de investigación a largo plazo. Sin embargo, se identifican desafíos persistentes, como la inestabilidad presupuestaria, las limitaciones en la transferencia de conocimiento a las políticas públicas y la innovación tecnológica, las desigualdades regionales en la distribución de los institutos y las asimetrías de género y raza en los puestos de liderazgo. Finalmente, el estudio refuerza la relevancia de los INCT como instrumentos centrales para el fortalecimiento del sistema brasileño de ciencia, tecnología e innovación, proponiendo una reflexión sobre medidas para una mayor equidad y sostenibilidad.

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Publicado

2026-03-16

Cómo citar

Lo que dicen los estudios sobre los Institutos Nacionales de Ciencia y Tecnología (INCTS): Una evaluación longitudinal (2010-2025). (2026). REMUNOM, 13(03), 1-22. https://doi.org/10.66104/yfkg2287