PRISIÓN DOMICILIARIA Y MATERNIDAD: LÍMITES DE LA EXIGENCIA DE IMPRESCINDIBILIDAD
DOI:
https://doi.org/10.66104/74kndw46Palabras clave:
Prisión domiciliaria; Maternidad; Seguridad jurídica; Dignidad de la Persona Humana; Protección Integral del Niño.Resumen
Este artículo examina la controversia jurisprudencial en el ámbito del Superior Tribunal de Justicia (STJ) respecto de la concesión de prisión domiciliaria a mujeres embarazadas o madres de niños menores de 12 años. Parte del marco normativo establecido por el Marco Legal de la Primera Infancia para comprender la configuración jurídica del instituto y su aplicación práctica. El estudio se centra en la divergencia entre una interpretación garantista, que reconoce la presunción legal de la imprescindibilidad de la presencia materna, y una orientación restrictiva que exige la demostración concreta de dicha necesidad. La investigación adopta una metodología cualitativa, de carácter jurídico-dogmático, basada en el análisis de la legislación, la jurisprudencia de las Salas Penales del STJ y la revisión bibliográfica especializada. Se analizan decisiones paradigmáticas con el fin de identificar inconsistencias interpretativas y patrones decisorios. Los resultados indican que la exigencia de prueba individualizada, no prevista expresamente en la ley, debilita la eficacia de la norma y amplía la discrecionalidad judicial. Esta práctica afecta la uniformidad jurisprudencial y repercute directamente en la protección integral del niño, así como en la tutela de la dignidad humana. Se concluye que la superación de estas divergencias es fundamental para garantizar la coherencia interpretativa y la efectividad de los derechos fundamentales.
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