Los Desafíos de la Inclusión de Estudiantes Autistas em los Cursos Técnicos Integrados a la Educación Media del IFAM-CMZL em 2024
DOI:
https://doi.org/10.66104/d815qc39Palabras clave:
Autismo, Educación Profesional, Inclusión Escolar, Educación Técnica Integrada, IFAMResumen
Este estudio investiga los desafíos de la inclusión de estudiantes con Trastorno del Espectro Autista (TEA) en los Cursos Técnicos Integrados a la Educación Media del Instituto Federal de Amazonas – Campus Manaus Zona Leste (IFAM-CMZL), en el año 2024. La problemática central de la investigación consiste en comprender qué estrategias y medidas son necesarias para asegurar la inclusión efectiva de estos estudiantes en un entorno educativo técnico históricamente estructurado bajo estándares homogéneos de enseñanza. El objetivo general es investigar los factores que favorecen o dificultan la inclusión de estudiantes con TEA en este contexto, mientras que los objetivos específicos incluyen la identificación de barreras, la evaluación de la formación docente, el análisis de prácticas pedagógicas y del apoyo biopsicosocial. La metodología adoptada sigue la clasificación propuesta por Kruger (2023), siendo una investigación de naturaleza aplicada, con enfoque cualitativo-cuantitativo, de tipo exploratorio-descriptivo y estrategia de estudio de caso, con recolección de datos mediante cuestionarios estructurados aplicados a docentes, equipo pedagógico, estudiantes y sus responsables. Los datos fueron analizados mediante estadística descriptiva y análisis de contenido. Los resultados indican la existencia de iniciativas puntuales de inclusión; sin embargo, evidencian importantes deficiencias en la formación continua del profesorado, ausencia de Planes Educativos Individualizados (PEI), limitaciones en la articulación institucional y escasez de recursos de apoyo. Se concluye que la inclusión de estudiantes con TEA en el IFAM-CMZL requiere una reestructuración institucional que contemple formación docente permanente, fortalecimiento de las políticas inclusivas, ampliación del apoyo biopsicosocial y participación efectiva de las familias. Tales acciones son esenciales para garantizar el acceso, la permanencia y el éxito académico de estos estudiantes en la educación técnica.
Descargas
Referencias
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
ARANHA, M. S. F. Paradigmas da relação da sociedade com as pessoas com deficiência. Revista do Ministério Público do Trabalho, Brasília, v. 11, n. 21, p. 160-173, 2001. Disponível em: https://claudialopes.psc.br/wp-content/uploads/2021/08/Paradigmas.pdf. Acesso em: 9 fev. 2025.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Edições 70, 2016.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 10 abr. 2025.
BRASIL. Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 3, 26 ago. 2009.
BRASIL. Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 18 nov. 2011.
BRASIL. Decreto-Lei nº 7.566, de 23 de setembro de 1909. Cria as escolas de aprendizes artífices para o ensino profissional primário e gratuito. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 23 set. 1909. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1900-1909/decreto-lei-7566-23-setembro-1909-562856-publicacaooriginal-1-pe.html. Acesso em: 16 abr. 2025.
BRASIL. Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 30 dez. 2008. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11892.htm. Acesso em: 9 abr. 2025.
BRASIL. Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 28 dez. 2012. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12764.htm. Acesso em: 20 mar. 2025.
BRASIL. Lei nº 5.692, de 11 de agosto de 1971. Fixa diretrizes e bases para o ensino de 1º e 2º graus, e dá outras providências. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 12 ago. 1971. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5692.htm. Acesso em: 20 mar. 2025.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 23 dez. 1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 9 abr. 2025.
BRASIL. Ministério da Educação. Declaração de Salamanca e Linha de Ação sobre Necessidades Educativas Especiais. Brasília: CORDE, 1994.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília, DF: MEC/SEESP, 2008a. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/politica.pdf. Acesso em: 10 abr. 2025.
CUNHA, E. Autismo na escola: um jeito diferente de aprender, um jeito diferente de ensinar-ideias e práticas pedagógicas. 4. ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2016.
FIGUEIREDO, A. S. Educação e desenvolvimento no Brasil: desafios e perspectivas. São Paulo: Editora Universitária, 2009.
FRIGOTTO, Gaudêncio; CIAVATTA, Maria; RAMOS, Marise (Orgs.). Educação profissional e tecnológica no Brasil: da história à teoria, da teoria à prática. 1. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
GAVIOLI, S.; COUTINHO, D. J. G. O Papel Da Família E Da Comunidade Escolar Na Efetivação Da Inclusão Do Aluno Com TEA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, v. 11, n. 9, set. 2025. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/download/21304/12987/59266. Acesso em: 5 fev. 2026. DOI: https://doi.org/10.51891/rease.v11i9.21304
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2019.
GLAT, R. BLANCO, L. de M. V. Educação Especial no contexto de uma Educação Inclusiva. 2. ed. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2013.
GRANDIN, T. O cérebro autista: Pensando através do espectro. Lua de Papel, 2010.
KRUGER, J. M. Metodologia da pesquisa em administração: Em linguagem descomplicada. Curitiba: Bagai, 2023. DOI: https://doi.org/10.37008/978-65-5368-212-2.03.04.23
LIBÂNEO, J. C. Didática. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2013.
LIMA, L. F. Políticas educacionais e a formação de professores no Brasil: desafios e propostas. Brasília: Editora do Ministério da Educação, 2012.
MANTOAN, M. T. E.; PRIETO, R. G.; ARANTES, V. A. Inclusão Escolar: Pontos e Contrapontos. Editora Summus, 2006.
MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão Escolar: O que é? Por quê? Como fazer? 3. ed. São Paulo: Summus Editorial, 2015.
MENDES, E. G. A radicalização do debate sobre inclusão escolar no Brasil. Revista Brasileira de Educação, v. 15, n. 44, p. 387-405, 2010. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-24782006000300002
Menezes, A. Modalidades de intervenção para crianças com Transtorno do Espectro Autista [livro eletrônico] Aracaju, SE : Edições Seminalis, 2025.
MOURA, D. L. História da educação profissional no Brasil: das origens às políticas atuais. São Paulo: Cortez, 2007.
OLIVEIRA, A. S. História e evolução da educação técnica no Amazonas: da Escola Técnica Federal ao IFAM. Manaus: Edua, 2012.
PACHECO, L. M. Educação Profissional e Tecnológica no Brasil: desafios e perspectivas. São Paulo: Editora Universitária, 2011.
PESSOTTI, I. Deficiência Mental: da superstição à ciência. São Paulo: T. A. Queiroz/EDUSP, 1984.
PRODANOV, C. C.; FREITAS, E. C. Metodologia do trabalho científico: Métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2ª ed. Novo Hamburgo: Feevale, 2013.
RAMOS, Marise Nogueira. História e política da educação profissional. Curitiba: Instituto Federal do Paraná, 2014.
RICHARDSON, R. J. Pesquisa social: Métodos e técnicas. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2017.
SANTOS, A. A importância da educação para a inclusão: uma análise crítica. Educação e Sociedade, v. 43, n. 3, p. 905-920, 2019.
SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: Construindo uma Sociedade para Todos. 8. ed. Rio de Janeiro: WVA, 2010.
SAVIANI, Dermeval. História das ideias pedagógicas no Brasil. 2. ed. Campinas: Autores Associados, 2011.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 24ª ed. Cortez, 2017.
SOUZA, A. A.; FERREIRA, L. R. Tecnologia assistiva na educação inclusiva: Caminhos possíveis. Eduel, 2019.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Salim Saraiva Said, Juliano Milton Kruger, Adriano Pereira da Silva Martins

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Authors who publish in this journal agree to the following terms:
Authors retain copyright and grant the journal the right of first publication, with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution License, which permits the sharing of the work with proper acknowledgment of authorship and initial publication in this journal;
Authors are authorized to enter into separate, additional agreements for the non-exclusive distribution of the version of the work published in this journal (e.g., posting in an institutional repository or publishing it as a book chapter), provided that authorship and initial publication in this journal are properly acknowledged, and that the work is adapted to the template of the respective repository;
Authors are permitted and encouraged to post and distribute their work online (e.g., in institutional repositories or on their personal websites) at any point before or during the editorial process, as this may lead to productive exchanges and increase the impact and citation of the published work (see The Effect of Open Access);
Authors are responsible for correctly providing their personal information, including name, keywords, abstracts, and other relevant data, thereby defining how they wish to be cited. The journal’s editorial board is not responsible for any errors or inconsistencies in these records.
PRIVACY POLICY
The names and email addresses provided to this journal will be used exclusively for the purposes of this publication and will not be made available for any other purpose or to third parties.
Note: All content of the work is the sole responsibility of the author and the advisor.
