INCONSISTENCIAS Y CONTRADICCIONES EN LA VIDA COTIDIANA DE LAS INSTITUCIONES PENITENCIARIAS: CASTIGO Y AMONESTACIÓN

Autores/as

  • Francisco Ramos de Farias Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
  • Amanda Lagemann Moura Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.66104/y9x3f823

Palabras clave:

Palabras clave: encarcelamiento massivo; persecución selectiva; racismo estructural; sistema penitenciário; castigo.

Resumen

Este artículo analiza la realidad cotidiana de la custodia y el encarcelamiento en Brasil, argumentando que la prisión, presentada como una expresión de la humanización de los castigos, opera de manera discriminatoria, arbitraria e ineficaz. En lugar de reducir la población carcelaria y la reincidencia, el sistema penal exacerba las desigualdades y transforma el castigo en un problema social. Parte de la paradoja que convierte el delito en un problema social y el castigo en una solución automática. El texto también examina los efectos del aislamiento en el acceso a la educación, el trabajo y la reinserción social, además de destacar la dimensión económica que sustenta la permanencia de las prisiones. Finalmente, argumenta que el encarcelamiento masivo en Brasil se ve agravado por el racismo estructural y la persecución selectiva.

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Biografía del autor/a

  • Francisco Ramos de Farias, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

    Bacharel e Psicólogo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1978), Especialista em Psicologia Clínica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mestre em Psicologia, área Motivação e Aprendizagem pela Fundação Getúlio Vargas - RJ (1983) e Doutor em Psicologia, área Psicologia Cognitiva, pela Fundação Getúlio Vargas - RJ (1987). Pós-Doutorado pela Université de Paris - SHS Sorbonne (2022). Professor Visitante Université de Paris - SHS Sorbonne. Atualmente é consultor Ad Hoc da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), Professor Titular da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, do Departamento de Fundamentos da Educação e do Programa de Pós-Graduação em Memória Social. Consultor do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Assessor Científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Publicou pela Editora Revinter: Histeria e Psicanálise, A pesquisa nas ciências do sujeito e Psicose: ensaios clínicos; pela Editora 7Letras: Por que, afinal, matamos?; pela Editora Contracapa: Apontamentos em Memória Social; pela Editora Juruá: Trauma, Memória e Violência em coautoria com Glaucia Regina Vianna e pela Editora Lumen Juris: Punição e Prisão: ensaios críticos em coautoria com Lobelia da Silva Faceira; pela Editora Mauad X Educação, Memória e História organizado em pareceria com Leandro Garcia Pinho e Violência: bricolagem, memória, escrita organizado com Glaucia Regina Vianna e Sofia Deebora Levy e Designíos do poder pela editora Letra Capital, organizado com Leila Dupret. Participou de bancas de concursos públicos, de dissertações e teses. Apresentou em programas jornalísticos de televisão (Rede Globo, TVE, CNT) a pesquisa sobre criminalidade, violência e trauma. Apresentou matérias em jornais e semanários. Pesquisa atualmente sobre a temática violência, educação prisional, trauma e memória social. Participação em congressos nacionais e internacionais. Publicações em periódicos nacionais e internacionais. Tem experiência na área de Psicologia e no campo da Memória Social com ênfase em Intervenção Terapêutica, atuando principalmente nos seguintes temas: crime, trauma, violência, instituições prisionais e perversão.

  • Amanda Lagemann Moura , Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

    Doutoranda em Memória Social pela UNIRIO, investiga como a memória coletiva é mobilizada para a dominação de massas e a legitimação da violência simbólica e física dentro de projetos de poder, tomando as mega#8209;igrejas neopentecostais brasileiras como estudo de caso. Mestra em Memória Social pela mesma instituição, analisou a intolerância religiosa no Complexo de Israel e os ataques do Bonde de Jesus. Graduada em Produção Cultural pela UFF, onde pesquisou a cadeia produtiva dos sambas#8209;enredo.Suas interlocuções teóricas passam por Achille Mbembe, Michel Foucault, Elizabeth Jelin, Michael Pollak e Frantz Fanon, articulando memória, racismo estrutural, colonialidade, mídia e religião. Como produtora cultural há mais de dez anos, atuou em música, dança, projetos sociais, museus e eventos interdisciplinares em instituições como SESC, Médicos Sem Fronteiras Brasil, Museu da Justiça e Cia de Dança Deborah#8239;Colker, em diversas capitais brasileiras. Apresentou trabalhos em congressos na USP, UNIMONTES e outras universidades, com artigos publicados em periódicos acadêmicos.Detém certificações em Project Management (PMI Brussels), Estruturas para Grandes Eventos (Clube de Engenharia#8239;/#8239;UFRJ) e Engajamento, Comunidades, Minorias e Lugar de Fala (ESPM). Integra projetos de extensão voltados para justiça social, violência e disputas de memória coletiva. Sua trajetória combina prática cultural e pesquisa crítica, centrada nos campos de memória, violência, dominação de massas, estudos decoloniais e antirracistas

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Publicado

2026-05-23

Cómo citar

INCONSISTENCIAS Y CONTRADICCIONES EN LA VIDA COTIDIANA DE LAS INSTITUCIONES PENITENCIARIAS: CASTIGO Y AMONESTACIÓN. (2026). REMUNOM, 13(10), 1-26. https://doi.org/10.66104/y9x3f823