SÍNDROME DE HELLP: desafios para a identificação precoce e estratégias de manejo clínico, com ênfase na atuação da enfermagem

Autores

DOI:

https://doi.org/10.66104/1zasyv59

Palavras-chave:

Síndrome de HELLP; Enfermagem; Identificação precoce; Manejo clínico.

Resumo

A Síndrome de HELLP é uma complicação grave associada às síndromes hipertensivas da gestação, caracterizada por hemólise, elevação das enzimas hepáticas e plaquetopenia, estando relacionada a elevados índices de morbimortalidade materna e fetal. Este estudo teve como objetivo analisar, na literatura científica, os principais desafios para a identificação precoce da Síndrome de HELLP, bem como descrever as estratégias de manejo clínico e destacar a atuação da enfermagem no cuidado à gestante de alto risco. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada por meio de busca em bases de dados científicas, como SciELO, Biblioteca Virtual em Saúde e Google Acadêmico, utilizando os descritores “Síndrome de HELLP”; “Enfermagem”; “Identificação precoce”; “Manejo clínico”, combinados por operadores booleanos. Foram incluídos artigos disponíveis na integra, publicados entre 2018 e 2025, em língua portuguesa ou com tradução disponível, que abordassem a Síndrome de HELLP. Após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 10 estudos para compor a amostra final, analisados de forma descritiva e qualitativa. Os estudos analisados mostraram que a identificação precoce da Síndrome de HELLP ainda constitui um desafio, principalmente devido à falta de especificidade dos sinais clínicos e à semelhança com outras condições gestacionais. Observou-se que o tratamento clínico envolve estabilização materna, uso de sulfato de magnésio, controle da pressão arterial e, frequentemente, a interrupção da gestação como medida definitiva. Além disso, destacou-se a importância da monitorização contínua e da atuação multiprofissional na redução de complicações. Conclui-se que a atuação qualificada da equipe de enfermagem, aliada à educação permanente e ao cuidado humanizado, contribui significativamente para a redução de riscos e para a promoção de desfechos mais favoráveis.

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Biografia do Autor

  • Ana Paula Freitas Nascimento , Centro Universitário Santa Terezinha - Cest

    Acadêmica do curso de Enfermagem da Faculdade  Cest. Possui interesse nas áreas de saúde pública e assistência materno-infantil.

  • Joseneubia Mascarenhas Mendes, Centro Universitário Santa Terezinha - Cest

    Acadêmica do curso de Enfermagem da Faculdade  Cest. Possui interesse nas áreas de saúde pública e assistência materno-infantil.

  • Fernanda Italiano Alves Benício de Sousa, Centro Universitário Santa Terezinha - Cest

    Enfermeira graduada pelo Centro Universitário do Maranhão, mestre em Biologia Parasitária pela Universidade Ceuma, especialista em Perinatologia pelo Hospital Universitário Materno-Infantil -UFMA, especialista em Enfermagem gineco-obstétrica pela Faculdade de Cidade Verde e especialista também em Enfermagem na Saúde da Família pela Faculdade UniBF. Experiência como docente e preceptora de estágio curricular no curso de Enfermagem da Faculdade Santa Terezinha - CEST (nível de graduação), atuando na área da Assistência de Enfermagem na Saúde da Mulher, sendo está minha área de atuação principal. Também atuo como Docente e Supervisora de estágio, na Universidade Ceuma. Atuo como orientadora de trabalhos de conclusão de curso, artigos científicos e participo na análise final dos produtos de TCC na área de Enfermagem, nível de graduação. Faço parte do corpo docente integrante das ligas acadêmicas, LASMIN (Liga acadêmica de saúde materno infantil) e LAHEN (Liga acadêmica de habilidades de Enfermagem). Experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Enfermagem Obstétrica e Neonatologia, tendo trabalhado no Centro Obstétrico /Cirúrgico da Maternidade de alta complexidade do Maranhão (MACMA).

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Publicado

2026-05-19

Como Citar

SÍNDROME DE HELLP: desafios para a identificação precoce e estratégias de manejo clínico, com ênfase na atuação da enfermagem. (2026). REMUNOM, 13(10), 1-21. https://doi.org/10.66104/1zasyv59